As notícias mais importantes do mês de Dezembro do turismo e do património notável de Portugal (2011)
Janeiro 1, 2012 por Castela
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As 3 melhores notícias
Inaugurado Central de Reservas Aldeias de Xisto
As Aldeias do Xisto lançaram a a sua Central de Reservas online durante este mês.
Oportunidades não faltam para que possa descobrir o que de melhor as Aldeias do Xisto têm para oferecer numa região que em Portugal se encontra muito deprimida.
Um destino único com ofertas únicas!
A Central de Reservas online irá facilitar a marcação de alojamento neste fantástico território. Disponível em português, espanhol e inglês, esta plataforma disponibiliza uma diversificada oferta que cumpre elevados padrões de qualidade e serviço. Estes alojamentos seleccionados são, por isso mesmo, reconhecidos com o selo de parceiros oficiais da Rede das Aldeias do Xisto.
Esta plataforma vem assim reforçar a escala de divulgação e promoção internacional desta região e das suas mais-valias. Descubra as muitas vantagens que esta Central de Reservas tem para lhe oferecer, com toda a agilidade e comodidade, sem precisar de sair de casa.
Para saber mais sobre as Aldeias de Xisto visite www.aldeiasdoxisto.pt
Biblioteca de da Universidade de Coimbra a mais bela do mundo
A Biblioteca Joanina da Universidade de Coimbra foi considerada a mais bela biblioteca universitária do Mundo, avança esta semana o CV, canal de televisão online da instituição de ensino superior.
A biblioteca surge no topo do ranking das mais belas bibliotecas universitárias do portal Flavorwire e do guia internacional Flavorpill, de Nova Iorque, ranking da autoria da editora literária Emily Temple.
A distinção coloca esta biblioteca portuguesa de estilo barroco acima de outras bibliotecas conceituadas como a da Universidade de Yale, nos EUA, e a da Universidade de Salamanca, em Espanha, que ficaram em 2º e 3º lugares na classificação, respectivamente.
Na lista encontravam-se também as bibliotecas de Oxford, Cambridge ou Chicado, num total de 25 espaços de diferentes universidades a nível mundial.
A Biblioteca Joanina, que deve o seu nome a D. João V, monarca no poder aquando da sua construção, data do século XVIII e situa-se no pátio da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, acolhendo inúmeras pesquisas mas servindo igualmente de espaço para concertos, exposições ou outros eventos culturais.
Clique AQUI para aceder ao ranking completo na Flavorwire.
Guimarães capital europeia da cultura em 2012
A onze anos a cidade do Porto em 2001, foi a capital europeia da cultura, um empreendimento gigantesco que, a bem ou a mal, mudou a cidade. Em 2012, é a vez de Guimarães receber o testemunho juntamente com Maribor, a segunda cidade mais importante da Eslovénia.
De 21 a 28 de janeiro, Guimarães 2012 convida todos a viverem uma semana especial de descoberta do que é a Capital Europeia da Cultura, em 2012, em Guimarães.
A abertura oficial inicia no Sábado, dia 21, pelas 18.00 horas, com uma cerimónia protocolar e multidisciplinar de abertura, até às 20.00 horas. De seguida, pelas 22.00 horas, no Largo do Toural tem início um inesquecível espectáculo de rua, inaugurando Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura. A partir da meia-noite, a festa contagia a cidade e entra por todos os bares, ruas, largos e praças do Centro Histórico de Guimarães. É “A primeira noite”.
Durante toda a semana haverá novíssimas exposições à tua espera, percursos na cidade para serem descobertos, músicas para serem ouvidas e filmes para serem vistos, bem como contos para serem contados, laboratórios para serem experimentados e oficinas para serem trabalhadas.
No sábado seguinte, a semana de abertura celebra a interpretação de Guimarães enquanto Capital Europeia da Cultura, acolhendo uma nova criação de dança contemporânea desenvolvida em Guimarães, levando música às casas dos vimaranenses e convidando os Buraka Som Sistema para um concerto.
Num percurso que enche Guimarães de cultura e num ritmo que veio para ficar o ano todo, Guimarães é o palco da cultura europeia em 2012. É também o teu palco em 2012.
Consulta o programa da semana de abertura aqui.
As 3 piores notícias
Requiem pelo Vale do rio Tua
Persevera o tormento com a destruição do vale do rio Tua, mas não podemos cessar de lutar porque ainda temos esperança para que o tal crime seja anulado. Este mês a controvérsia prosseguiu, leiam o que escreveu José Pacheco Pereira “comunista e ambientalista radical” num artigo admirável radical sobre este majestoso espaço e a iniquidade horrenda contra Portugal que está a ser cometido
http://abrupto.blogspot.com/2011/12/estragar-o-pouco-que-resta-eu-sou-o.html
Toda a polémica pode ser lida aqui:
http://alinhaetua.blogspot.com/
Pior mês de Novembro para o Algarve no mês de Novembro nos últimos 16 anos
A taxa de ocupação hoteleira no Algarve teve este ano «o pior Novembro dos últimos 16 anos», disse hoje à Lusa o presidente da Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA).
A taxa de ocupação global média/quarto foi de 24,2%, ou seja, 9,2% abaixo do verificado em Novembro de 2010 e 40% menos do que em 1996, frisou Elidérico Viegas.
Segundo o dirigente hoteleiro, os números «seriam ainda muito piores fossem levados em conta os estabelecimentos que encerraram nesta época, em número nunca visto em épocas baixas anteriores».
A acrescentar à diminuição registada nas dormidas de portugueses, que ronda os 10 por cento, a procura externa na últimas semanas «também entrou em queda livre», depois de alguns meses em que susteve as perdas devido à diminuição de competitividade dos destinos que são concorrentes directos nos mercados árabes, disse.
Em Novembro, por nacionalidades, as principais descidas registaram-se nos mercados alemão (-23,8%) e nacional (14,8%), mas todos os mercados emissores registaram descidas.
Além da crise das economias e das famílias, o presidente da principal associação hoteleira do Algarve atribui as perdas a factores como a diminuição de competitividade do turismo nacional, a fiscalidade elevada e a falta de uma estratégia de transporte aéreo.
«Temos os aeroportos mais caros da Europa no que respeita aos nossos concorrentes da bacia do Mediterrâneo», alertou.
Criticou as políticas de aumento de impostos, que entre outros efeitos «tem ainda o efeito perverso de nos fazer ter uma má imagem enquanto país» aos olhos dos que nos visitam.
«E o pior nem é a crise, é não haver perspectivas de futuro”, disse, antevendo que o efeito negativo conjugado no Turismo algarvio do aumento do IVA nos restaurantes e no golfe, das portagens na Via do Infante (A22), do fim das pontes de fim-de-semana e da crise nas famílias.
Segundo dados hoje divulgados pela AHETA, o melhor Novembro dos últimos 16 anos para as taxas de ocupação no Algarve foi em 1999, com 55,8 por cento e desde 2007 (40,3) as taxas têm descido consecutivamente: 33,5 em 2008, 29,9 em 2009, 26,7 em 2010 e 24,2 em 2011.
O volume de negócios total em Novembro apresentou uma descida de 10,7% em termos homólogos.
Retirado do site da Lusa / SOL
Maioriados portugueses abdica de férias fora de casa em 2012
Os hábitos de férias natalícias e de Ano Novo dos portugueses continuam a ser o que eram apesar do agudizar da crise. Um estudo do Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo (IPDT), a que o Diário Económico teve acesso, concluiu que 92,6% dos inquiridos não vai fazer férias fora da residência nesta época festiva. Este valor é pouco superior aos 91% que no ano passado. A crise é principal razão apontada para não viajarem neste período.
“Há uma grande percentagem de portugueses que espera não fazer férias este ano”, mas “não houve o impacto brutal que estava à espera” fruto da crise económica e das medidas de austeridade que o Governo implementou e que já se fazem sentir no bolso dos portugueses, frisa o presidente do IPDT, António Jorge Costa. “Talvez porque o turismo é um sector um pouco à parte” da restante economia, que “demonstra alguma resiliência” à crise, justifica.
Apenas 7,4% das mais de quatro centenas de inquiridos vai gozar férias fora de portas. E, dessa amostra 59,3% pensa gastar o mesmo que em 2010. No entanto, há 33,3% que vai gastar menos e “as questões monetárias são o motivo para este comportamento”, lê-se no estudo para aferir a intenção de férias dos portugueses nas festas de fim de ano e em 2012 a que o Diário Económico teve acesso. A grande maioria dos portugueses que vai de férias nas festas de final de ano (76,9%) terá um período de lazer com uma duração semelhante à de 2010.
As intenções de férias dos portugueses para o próximo ano são totalmente toldadas de pessimismo. Mais de 71% dos inquiridos não vai fazer férias fora do local de residência e é “a crise e as medidas de austeridade que justificam a decisão”, avança António Jorge Costa. Essa é a justificação para que 56,5% dos portugueses ouvidos no estudo que vão ficar de férias em casa no próximo ano.
As medidas de austeridade vão ter “grande influência no rendimento disponível” dessas pessoas, adianta o mesmo responsável. No estudo, verifica-se que 60,4% dos inquiridos afirma que a austeridade tem “muita influência” no rendimento para fazer férias fora de casa em 2012.
Para António Jorge Costa, a indústria portuguesa do turismo terá de “apostar na criatividade e na qualidade das equipas” para vencer, num ano em que a procura interna estará em baixa e onde o sector terá de bater-se “com falta de competitividade nos preços”. Afinal, 40% das vendas dos ‘resorts’ dizem respeito à restauração, que vai ver o IVA agravado para 23%.
O responsável aponta “as parcerias com operadoras e uma política de compromissos com os ‘stakeholders’” como uma solução para “minimizar o embate que se espera”. António Jorge Costa realça ainda que o sector deve “tentar captar outros mercados, como tem estado a fazer, de que são exemplos o Brasil, a América do Norte e o Canadá”.
Ainda assim, cerca de 28,6% dos inquiridos pretende fazer férias fora do local de residência em 2012, quando no ano passado este valor situava-se em 32,9%. E, dos que vão de férias, a “maioria pensa gastar o mesmo e tirar o mesmo período de férias, não alterando a sua tipologia de consumo”, realça o presidente do IPDT. São férias de mais de dez dias, onde prevêem um consumo médio da ordem dos 924 euros.
António Jorge Costa sublinha, porém, que “31,4% pensa reduzir os gastos, nomeadamente no alojamento, optando em grande medida por casa de familiares”. O motivo para gastar menos é a crise, que recebe 87,5% das respostas.
Fonte: Diário Económico







