AS notícias mais importantes do turismo e património notável (Janeiro de 2012)
Janeiro 31, 2012 por Castela
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As 3 melhores notícias do turismo em Portugal-janeiro de 2012
A Universidade de Coimbra deverá ser património Mundial da Humanidade em 2013
Acredito sinceramente que o conjunto universitário de Coimbra seja classificado como Património Mundial da Humanidade no Ano de 2013 o que será um selo de qualidade ppara o turismo da máxima importância. O dossier de candidatura da Universidade de Coimbra (UC) a Património da Humanidade já foi entregue pelo Governo português à UNESCO. Este mês foi dado mais um passo com a assinatura formal do governo português e a sua entrega a UNESCO.
Apesar de a UNESCO estar, nesta altura, a preterir candidaturas da Europa em favor da classificação de património nos restantes continentes, em particular de África, por já existir no velho continente um vasto número de classificações, a Universidade de Coimbra goza de posição privilegiada para vir a ser, brevemente, património mundial e assim aumentar o fluxo de turismo em Portugal.
A excepcionalidade da Universidade de Coimbra (UC), bem como de outros candidatos portugueses como sejam a Baixa Pombalina ou os fortes de Elvas, reside, desde logo, no facto de não se tratar de um monumento apenas, mas de todo um conjunto que integra monumentos, outros edifícios, vivências muito próprias a eles associadas. O turismo do nosso pais terá a ganhar se tal acontecer.
São duas mil páginas em sete volumes que compõem o dossiê da candidatura, elaborado pela Reitoria da UC. Nele se espelha o que é e o que se pretende para a área candidatada, que vai muito além da zona da Universidade de Coimbra e Rua da Sofia. Na verdade, se considerarmos toda a faixa de protecção esta transforma-se numa candidatura da cidade.
Um conjunto que inclui projectos novos, reabilitações e transformações que visam devolver à cidade alguns monumentos, como já aconteceu com a Torre da Universidade, a Via Latina, a Casa da Caldeiras ou o Colégio de Jesus (cujas fachadas já foram reabilitadas, aguardando-se pela oportunidade de transformação do espaço em Museu da Ciência). Mas a candidatura constitui também oportunidade para corrigir alguns erros do passado ao nível da arquitectura e engenharia civil da Alta da cidade.
Um erro-onde está o Mosteiro de Santa Cruz?
Mas nem tudo em bom nos mapas que vi não estava incluída o Mosteiro de Santa Cruz (***), que faz parte da rede de turismo mais culta de Coimbra- o que não faz muito sentido porque a existência deste alforge de cultura medieval foi a raiz para a instalação da Universidade em Coimbra. Gostava muito que foi erro do jornal e não da candidatura.
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Guimarães a partir do dia 21 de Janeiro é a Capital Europeia da Cultura
Esperemos que tudo corra pelo melhor. O programa é vasto e com qualidade, apesar de faltarem nomes sonantes que arrastem multidões, mas fico o bom trabalho das gentes vimaranenses que tudo fizeram para terem o maior sucesso, que também será o de Portugal. Vivencie Guimarães aproveite os espectáculos e o seu património Notável.
Aqui está o discurso do presidente da República portuguesa no dia da sua inauguração.
O Estudo de Impacte Ambiental chumba a criminosa construção da mini-hídrica no rio Mondego no troço entre Penacova e Coimbra
O colóquio em que todos participamos foi muito positivo e podemos ter dado um passo decisivo na defesa da nossa causa que é também a causa do tursimo da nossa região. Lamentámos que em defesa do vale do Tua não tenhamos conseguido um colóqui deste jaez de impacto nacional, enfim…
A construção de uma mini-hídrica no rio Mondego, em Penacova, irá provocar mais efeitos negativos do que positivos, revelou a responsável pelo seu estudo de impacto ambiental, que será em breve entregue à Agência Portuguesa do Ambiente disse Susana Viseu, responsável pelo estudo.
Segundo Susana Viseu, “os impactos socioeconómicos são muito significativos face à impossibilidade de continuidade das atividades turísticas no rio, que provoca extinção direta de 35 postos de trabalho, além de outros indiretos, e compromete o desenvolvimento do turismo no futuro desta região”.
“Daí que se considera que os impactos positivos do projeto, que são a produção de nove megawatts de energia, não suplantam os impactos negativos do projeto”, sublinhou a técnica.
No rio Mondego operam de forma regular seis empresas de animação de turismo que, nos últimos três anos, geraram um volume de negócios bruto na casa de 1,5 milhões de euros, correspondendo à participação de 100 mil pessoas.
O estudo de impacto ambiental vai ser entregue ao promotor do projeto, que é a Administração da Região Hidrográfica do Centro, devendo ser entregue à Agência Portuguesa do Ambiente, depois dos acertos finais, “até a primeira semana de fevereiro”.
No Colóquio “Mondego Vivo – discussão do projeto da mini-hídrica no Rio Mondego”, promovido pela autarquia local e pela Plataforma Mondego Vivo, que juntou um conjunto de personalidades que discutiram o assunto do ponto de vista ambiental, económico, social, cultural, energético e a área do turismo.
A Plataforma Mondego Vivo é um movimento que rejeita a construção da mini-hídrica e do qual fazem parte autarquias, coletividades, empresas e outras instituições dos concelhos de Penacova, Coimbra e Vila Nova de Poiares. Empresas que anima intensamente o turismo da região.
Para o investigador Eugénio Menezes de Sequeira, presidente da Liga para a Protecção da Natureza, presente no colóquio, a construção da mini-hídrica iria provocar o fim da agricultura e do turismo naquela zona, devendo, por isso, o Governo abandonar já o projeto.
“Não verificaram se, do ponto de vista económico, a construção era viável, porque oito ou nove megawatts de energia, ou o equivalente em petróleo, podem ser poupados nas casas ou nos carros”, referiu o técnico, que é membro do Conselho Nacional de Ambiente e Desenvolvimento Sustentado.
O juiz da Confraria da Lampreia, prato típico de Penacova, alertou ainda que a mini-hídrica causaria graves prejuízos no setor da restauração, porque impossibilitaria a subida daquele ciclóstomo pelo rio.
“O interesse económico da lampreia é diversificado, tem a ver com a restauração e o facto do concelho ter investido muito em Penacova Capital da Lampreia e futuramente com as caminhadas da Rota da Lampreia”, disse Luís Amante. Não se pode assim eliminar uma das mais valias do turismo de Peancova.
Acredito que vamos ganhar!
Notícia ligeiramente adaptada de Cnotícias
As 3 piores notícias do turismo em Portugal-janeiro de 2012
Corte nos dias de féria de 25 para 22 dias e no corte de 4 feriados
O governo continua a tentar construir em Portugal um modelo de produtividade chinesa amputando a possibilidade de mais pessoas e durante mais tempo podem desfrutar e amar o nosso Património Notável; assim a incúria incompetente irá reduzir os dias de férias de 25 dias para 22 e eliminar 4 feriados, dois deles cheios de significado histórico, o que só pode ser feito por gente que não assimilou nem se interessa pela história de Portugal. Ao menos os nossos amigos banquários e banqueiros podem, não sei porque carga de água, manter a s regalias-amigos ao menos aproveitam com os seus dinheiros para ocuparam o nosso conjunto hoteleiro! Bom turismo para eles; Que revoltante!
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A Construção da Barragem do Vale do rio tua continua assombrada com a morte de três trabalhadores
O monstro continua a sua voragem, e agora para além do crime de destruir tão espantoso património vão morrendo homens que devido a falta de condições de segurança associado a instabilidade natural dos taludes graníticos, mais se poderão seguir esperemos que estejamos enganados.
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Madeira: morte de duas turistas dinamarquesas terá sido acidental
Lamentamos a morte destas simpáticas e intrépidas senhoras dinamarquesa e que o seu acontecimento trágico não possibilite a redução do número de turistas nórdicos a um dos nossos destinos de truismo de sonho.
Uma nota pessoal, se não tiveram sofrimento, talvez seja a morte feliz, eu pelo menos quando for já muito velhinho gostava de morrer assim empoleirado num sítio com muitas estrelinhas.
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