Thursday, February 9, 2012

Cavalo Paleolítico de Mazouco (*) (Freixo de Espada a Cinta)

Sabia que…o Cavalo de Mazouco foi o primeiro painel Paleolítico a ser descoberto na região do Douro-Vale do Côa? Na foz de uma pequena ribeira que desagua no rio Douro num painel de xisto ao ar livre, encontramos esta figura pertencente ao Paleolítico Superior. Aqui o nível de água está artificializado e sobrelevado devido ao efeito da Barragem espanhola de Saucelhe. Descoberto em 1981 por Nelson Rebanda, ainda estudante, veio a revelar-se a primeira peça de um vasto conjunto (Ler o artigo completo)

Parque Arqueológico do Vale do Côa (Vila Nova de Foz Côa) (2ª Parte) (*****)

A idade das gravuras mais antigas do Parque Arqueológico do Côa Para determinar a idade das gravuras, com sendo pertencentes ao Paleolítico, recorreu-se à datação estilística, que se faz comparando técnicas, traços e motivos com pinturas coevas executadas com pigmentos múltiplos, em grutas e abrigos, que foram datadas. Também a paleofaunística deu uma ajuda: sabe-se que algumas espécies representadas, entre cavalos, auroques e veados gigantes das turfeiras, desapareceram da (Ler o artigo completo)

Parque Arqueológico do Vale do Côa (Vila Nova de Foz Côa) (1ª Parte) (*****)

O rio Côa rio esculpiu uma paisagem natural de rara beleza natural, forte e vigorosa. A localização remota e o clima da região, agreste e seco, salvaram o vale da acção destruidora do Homem e da erosão e conserva uma verdadeira paisagem cultural, polvilhada de vestígios arqueológicos Ao longo de 17 km a partir da sua foz, até Cidadelhe (***), o Parque Arqueológico do Vale do Côa é um santuário de arte rupestre deixado pelos homens do Paleolítico por isso adquiriu estatuto de (Ler o artigo completo)

Núcleo da Penascosa -Parque Arqueológico do Vale do Côa (Património Mundial da Humanidade) (Vila Nova de Foz Côa) (****)

Visitar as gravuras rupestres do núcleo arqueológico da Penascosa do Parque Arqueológico do Vale do Côa, no concelho de Vila Nova de Foz Côa ao luar é um momento singular. Envolvidos por brisa deleitosa, sentindo o murmúrio da rio a correr em leito xistoso em bela praia fluvial, com aquele coaxar de rãs insuperável…  Quando se acendeu a iluminação artificial do primeiro painel, ouviram-se fragores de estupefacção; o que se viu adquiriu uma transcendência encantatória e (Ler o artigo completo)

Parque Arqueológico do Vale do Côa-Artigo do Diário de Notícias, por Maria José Margarido

 “O vale do Côa seria, no Paleolítico Superior, um paraíso na terra, um local com um microclima tão mágico que, por aqui, a Primavera não resistiria a espraiar-se até Setembro – e com ela a época de acasalamento entre animais. O ambiente peace and love levou as gravuras rupestres de Foz Côa a excluir qualquer representação de cenas bélicas entre auroques – antepassados dos actuais bois -, cabras, corços, veados e cavalos, e do homem com estes. Num período (Ler o artigo completo)

Núcleo de gravuras rupestres da Ribeira de Piscos-Parque Arqueológico do Vale do Côa (Património Mundial da Humanidade) (Vila Nova de Foz Côa) (****)

Depois do primeiro artigo sobra o Núcleo da Canada do Inferno (**), segue-se o extraordinário núcleo da Ribeira dos Piscos (****), não apenas pelo valor arqueológico, mas também pela paisagem excepcional, principalmente na épocas das “amendoeiras em flor” ou na Primavera. Primeiro viajamos em “todo o terreno”, e depois a pé, por entre uma paisagem de sonho; o núcleo da Ribeira dos Piscos é em si uma experiência inolvidável a aurora da humanidade. A primeira vez que (Ler o artigo completo)

Núcleo da Canada do Inferno-Parque Arqueológico do Vale do Côa (Património Mundial da Humanidade) (Vila Nova de Foz Côa) (**)

Neste núcleo saímos da sede do Parque Arqueológico do Vale do Côa, em Vila Nova de Foz Côa. A paisagem até ao local está longe da beleza dos núcleos da Ribeira dos Piscos (****) ou da Penascosa (****), apesar de, por vezes, visionarmos o grandioso Douro, a nossa direita, um ou outro pombal, por vezes algumas amendoeiras, mas a sensação que fica, é a da aridez e monotonia desta paisagem xistenta, boleada e retentora de calor. Xisto, este, e desculpai-me o tom geológico, que foi (Ler o artigo completo)

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