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	<title>Portugal Notável. Os mais belos lugares. Guia das melhores Viagens na Minha Terra...</title>
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	<description>Este guia turístico online da a conhecer os mais belos locais de Portugal. Este guia turístico também lhe irá fornecer os melhores alojamentos.</description>
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		<title>66 Unidades de património notável com valor turístico do distrito de Setúbal</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Feb 2012 02:48:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Castela</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Distrito-Setúbal]]></category>
		<category><![CDATA[Guias Turísticos]]></category>
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		<description><![CDATA[Setúbal Gostamos sempre de voltar aos locais onde fomos felizes, apesar de sabermos que as emoções positivas que nos marcaram não se repetirão. Será que esta afirmação peremptória tem razão de ser quando se visita turisticamente o distrito de Setúbal? Não, a proposição não tem razão de ser quem visita este distrito, porque aqui reencontra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: justify;"><a href="http://www.portugalnotavel.com/wp-content/uploads/2012/02/comporta-porto-palafitico.jpg"></a>Setúbal</h4>
<p style="text-align: justify;">Gostamos sempre de voltar aos locais onde fomos felizes, apesar de sabermos que as emoções positivas que nos marcaram não se repetirão. Será que esta afirmação peremptória tem razão de ser quando se visita turisticamente o distrito de Setúbal? Não, a proposição não tem razão de ser quem visita este distrito, porque aqui reencontra sempre motivos para se sentir bem.<br />
Quem conhece o Parque Natural da Serra da Arrábida, ficará para sempre dele enamorado, pela beleza montanhosa, paisagem esfuziante, vegetação única, geologia imponente, pelas praias anichadas abruptamente na serrania calcária do Parque Natural da Serra da Arrábida, pela melhor paisagem, aqui mais macia e fresca, da costa mediterrânea que aqui surge não se sabe muito bem como e tão longe do Mare Nostrum.<br />
Também três outros parques aqui estão e que merecem o nosso afecto: Os Parques Naturais dos estuários do Tejo e Sado ou ainda o Parque natural da Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina.<br />
Quem gosta de praias e costa maritíma tem aqui alguns dos mais belos troços da nossa costa: praia do Meco, Cabo Espichel, falésias da Serra do Risco, Praia do portinho da Arrábida (uma das maravilhas naturais de Portugal-que merece mais atenção da nossa parte devido a falta de areal de que está a ser alvo), praias de Tróia, Comporta, Ilha do Pessegueiro…enfim, para não sermos pleonásticos convinha ao leitor amigo ler a nossa lista.<br />
Mas também é região com um valioso património construído como as Ruínas Romanas de Tróia ou Miróbriga, ou ainda os vários monumentos valiosos na cidade de Setúbal ou em Alcácer do Sal.<br />
E o que dizer da gastronomia com o seu peixinho fresco, suculentos para provar e chorar por mais ou não estivesse ali tão perto o porto de pesca de Setúbal e de Sesimbra. A não perder são as caldeiradas de peixe ou de marisco e as sardinhas fritas com molho de tomate. E o queijo de Azeitão e os Vinhos da Península de Setúbal, cuja qualidade é certificada, podem ostentar 3 denominações, DOC Setúbal, VQPRD Palmela, e Regional Terras do Sado e o seu Moscatel…Enfim é uma região que todos devemos conhecer com celeridade, eis a lista dos seus locais notáveis, mas antes veja aqui o excelente documentário que relaciona Sebastião da Gama com a nossa Serra Mãe.<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="315" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/D27lePTINcA?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/v/D27lePTINcA?version=3&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
<strong>Locais Notáveis de Setúbal </strong>(66)<strong></strong><br />
<strong>Alcácer do Sal </strong>(8)<strong></strong><br />
-Castelo de Alcácer do Sal e restantes ruínas arqueológicas (*)<br />
-Cripta Arqueológica do Castelo de Alcácer do Sal (**)<br />
-Santuário do Senhor dos Mártires (Alcácer do Sal) (*)<br />
-Igreja do Convento de Santo António e Capela das Onze Mil Virgens (Alcácer do Sal) (*)<br />
-Museu Municipal Pedro Nunes na igreja do Espírito Santo com a janela manuelina (Alcácer do Sal) (*)<br />
-<a href="http://www.cm-alcacerdosal.pt/PT/Concelho/Patrimonio/PatrimonioArqueologico/Paginas/VillaRomanadeSantaCatarinadosSitimos.aspx">Villa Romana de Santa Catarina dos Sítimos</a> (*)<br />
-Reserva Natural do Estuário do Sado (partilha com Setúbal, Grândola e Palmela) (***)<br />
-Cais Palafítico da Carrasqueira (**)<br />
<strong>Alcochete Moita e Montijo</strong><br />
(6)<br />
-Igreja matriz de Alcochete com destaque para a sua rosácea (*)<strong></strong><br />
-Reserva Natural do Estuário do Tejo (inclui também Seixal e Alamada) (***)<br />
-Conjunto patrimonial da Herdade da Barroca d&#8217;Alva (onde se inclui a Ermida do Vale de Santo António d’Ussa) (*)<br />
-Rota de Salicultura de Alcochete (*)<br />
-Passeios ribeirinhos pelas margens do rio Tejo (*)<br />
-Moinho de Maré do Cais (*)<br />
<strong>Almada e Seixal </strong>(8)<br />
-Parque da Paz (Almada) (*)<br />
-Jardim na casa da cerca (*)<br />
-Panorama do Cristo Rei (**)<br />
-Panorama do Convento dos Capuchos (*)<br />
-Protegida da Arriba Fóssil da Costa da Caparica e Mata dos Medos (**)<br />
-Praia da Fonte da Telha (**)<br />
-Praias da Costa da Caparica (*)<br />
-Moinho de Maré de<strong> </strong><strong>Moinho de Maré de Corroios (*)</strong><strong></strong><br />
<strong>Grândola </strong>(4)<br />
-Estação Romana de Tróia (***)<br />
-Praias da Península de Tróia (***)<br />
-Reserva Natural do Sado (***) com a Herdade da Comporta (***)<br />
-Conjunto extenso de Praias de Grândola (Comporta, Carvalhal, Praia do Pego, Galé, Aberta Nova e Melides)<br />
<strong>Palmela </strong>(4)<br />
-Grutas da Quinta do Anjo (sepulturas calcolíticas) (*)<br />
-Castelo de Palmela com o seu panorama (***)<br />
-Panorama e castro de Chibanes da Serra do Louro (**)<br />
-Moinhos de vento do Centro Moinhos Vivos (*)<br />
Santiago de Cácem (4)<br />
-Ruínas romanas da cidade de Miróbriga (***)<br />
-Castelo de Santiago Cácem e Igreja de Santiago (**)<br />
-Lagoa de Santo André (*)<br />
-Faixa contínua de praias (Santo André, Fonte do Cortiço, Monte Velho e Areias Brancas) (**)<br />
<strong>Sesimbra</strong> (9)<br />
-Castelo de Sesimbra e o seu panorama (***)<br />
-Cabo Espichel, Conjunto do <a title="Santuário de Nossa Senhora da Pedra Mua" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Santu%C3%A1rio_de_Nossa_Senhora_da_Pedra_Mua">Santuário de Nossa Senhora da Pedra Mua</a> e pegadas de dinossáurio &#8211; (inserida no Parque Natural da Serra da Arrábida) (***)<br />
-Lapa do Fumo (Acesso condicionado, visitado mediante acompanhamento) e está inserida no Parque Natural da Serra da Arrábida (**)<br />
-Praia urbana de Sesimbra (Ouro e Califórnia) (*)<br />
-Capela do Espírito Santo dos Mareantes com a pintura quinhentista da Nossa Senhora da Misericórdia (*)<br />
-Gruta do Zambujal (não visitável e inserida no Parque Natural da Serra da Arrábida (**)<br />
-Pegadas de dinossáurios da praia dos Lagosteiros (Parque Natural da Serra da Arrábida) (**)<br />
(**)<br />
-Praia do Meco ou do Moinho de Baixo e das Bicas (**)<br />
-Lagoa de Albufeira (*)</p>
<p style="text-align: justify;"><img title="comporta porto palafitico" src="http://www.portugalnotavel.com/wp-content/uploads/2012/02/comporta-porto-palafitico-214x300.jpg" alt="comporta porto palafitico 214x300 66 Unidades de património notável com valor turístico do distrito de Setúbal" width="214" height="300" /><br />
<strong>Setúbal</strong> (16)<br />
-Igreja e Mosteiro de Jesus na cidade de Setúbal (***)<br />
-com a Galeria de Pintura quinhentista no Mosteiro de Jesus (**)<br />
-Fortaleza de São Filipe (Pousada Histórica) com o seu panorama sobre a Baia de Setúbal (**)<br />
-Portal Manuelino da Igreja de São Julião na cidade de Setúbal (*)<br />
-Forte de Santiago do Outão (*)<br />
-Quinta Renascentista da Bacalhoa (***)<br />
-Palácio Renascentista da Quinta das Torres (*)<br />
-Museu do Trabalho <a title="Michel Giacometti" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Michel_Giacometti">Michel Giacometti</a> na cidade de Setúbal (*)<br />
-Caves de José Maria da Fonseca em Azeitão (*)<br />
Parque Natural da Serra da Arrábida (*****)<br />
-Praia do Portinho da Arrábida e dos Galápagos (****)<br />
-Praia da Figueirinha (**)<br />
-Áreas de Reserva Integral, como a Mata do Solitário, a Mata do Vidal e a Mata Coberta (****)<br />
-Panorama da Estrada da rua da Arrábida (***)<br />
-Convento da Nossa Senhora da Arrábida (**)<br />
-Ruínas Romanas do Creiro (*)<br />
-Gruta da Lapa de Santa Margarida (*)<br />
<strong>Sines</strong> (7)<br />
-<a title="Capela de Nossa Senhora das Salvas (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Capela_de_Nossa_Senhora_das_Salvas&amp;action=edit&amp;redlink=1">Capela de Nossa Senhora das Salvas</a> ou <a title="Capela de Nossa Senhora das Salas (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Capela_de_Nossa_Senhora_das_Salas&amp;action=edit&amp;redlink=1">Capela de Nossa Senhora das Salas</a> (*)<br />
-Museu de Sines e de Vasco da Gama no Castelo com destaque para o Tesouro do Gaio (**)<br />
-Praia e da Ilha do Pessegueiro (***)<br />
-Praia de São Torpes (**)<br />
-Praias de Porto Covo (**)<br />
-Praias de Vale Figueiros ou Vierinha (***)<br />
-Praia do Morgavel (**)</p>
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		<title>AS notícias mais importantes do turismo e património notável de Janeiro de 2012</title>
		<link>http://www.portugalnotavel.com/2012/02/noticias-turismo-janeiro-2012/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 02:58:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Castela</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As 3 melhores notícias do turismo em Portugal-janeiro de 2012 A Universidade de Coimbra deverá ser património Mundial da Humanidade em 2013 Acredito sinceramente que o conjunto universitário de Coimbra seja classificado como Património Mundial da Humanidade no Ano de 2013 o que será um selo de qualidade ppara o turismo da máxima importância. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;">As 3 melhores notícias do turismo em Portugal-janeiro de 2012</span></h3>
<p style="text-align: justify;"><strong>A Universidade de Coimbra deverá ser património Mundial da Humanidade em 2013</strong><br />
Acredito sinceramente que o conjunto universitário de Coimbra seja classificado como Património Mundial da Humanidade no Ano de 2013 o que será um selo de qualidade ppara o turismo da máxima importância. O dossier de candidatura da Universidade de Coimbra (UC) a Património da Humanidade já foi entregue pelo Governo português à UNESCO. Este mês foi dado mais um passo com a assinatura formal do governo português e a sua entrega a UNESCO.<br />
Apesar de a UNESCO estar, nesta altura, a preterir candidaturas da Europa em favor da classificação de património nos restantes continentes, em particular de África, por já existir no velho continente um vasto número de classificações, a Universidade de Coimbra goza de posição privilegiada para vir a ser, brevemente, património mundial e assim aumentar o fluxo de turismo em Portugal.<br />
A excepcionalidade da Universidade de Coimbra (UC), bem como de outros candidatos portugueses como sejam a Baixa Pombalina ou os fortes de Elvas, reside, desde logo, no facto de não se tratar de um monumento apenas, mas de todo um conjunto que integra monumentos, outros edifícios, vivências muito próprias a eles associadas. O turismo do nosso pais terá a ganhar se tal acontecer.<br />
São duas mil páginas em sete volumes que compõem o dossiê da candidatura, elaborado pela Reitoria da UC. Nele se espelha o que é e o que se pretende para a área candidatada, que vai muito além da zona da Universidade de Coimbra e Rua da Sofia. Na verdade, se considerarmos toda a faixa de protecção esta transforma-se numa candidatura da cidade.<br />
Um conjunto que inclui projectos novos, reabilitações e transformações que visam devolver à cidade alguns monumentos, como já aconteceu com a Torre da Universidade, a Via Latina, a Casa da Caldeiras ou o Colégio de Jesus (cujas fachadas já foram reabilitadas, aguardando-se pela oportunidade de transformação do espaço em Museu da Ciência). Mas a candidatura constitui também oportunidade para corrigir alguns erros do passado ao nível da arquitectura e engenharia civil da Alta da cidade.<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="420" height="315" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/bk-pdWUoADA?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/v/bk-pdWUoADA?version=3&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
<strong>Um erro-onde está o Mosteiro de Santa Cruz</strong>?<br />
Mas nem tudo em bom nos mapas que vi não estava incluída o Mosteiro de Santa Cruz (***), que faz parte da rede de turismo mais culta de Coimbra- o que não faz muito sentido porque a existência deste alforge de cultura medieval foi a raiz para a instalação da Universidade em Coimbra. Gostava muito que foi erro do jornal e não da candidatura.<br />
<a href="http://www.publico.pt/Cultura/francisco-jose-viegas-assina-hoje-candidatura-da-universidade-a-patrimonio-mundial-da-unesco-1529934">Ler aqui toda a notícia</a><br />
<strong>Guimarães a partir do dia 21 de Janeiro é a Capital Europeia da Cultura</strong><br />
Esperemos que tudo corra pelo melhor. O programa é vasto e com qualidade, apesar de faltarem nomes sonantes que arrastem multidões, mas fico o bom trabalho das gentes vimaranenses que tudo fizeram para terem o maior sucesso, que também será o de Portugal. Vivencie Guimarães aproveite os espectáculos e o seu património Notável.<br />
<a href="http://www.presidencia.pt/?idc=22&amp;idi=60996">Aqui está o discurso do presidente da República portuguesa no dia da sua inauguração.</a><br />
<strong>O Estudo de Impacte Ambiental chumba a criminosa construção da mini-hídrica no rio Mondego no troço entre Penacova e Coimbra</strong><br />
O colóquio em que todos participamos foi muito positivo e podemos ter dado um passo decisivo na defesa da nossa causa que é também a causa do tursimo da nossa região. Lamentámos que em defesa do vale do Tua não tenhamos conseguido um colóqui deste jaez de impacto nacional, enfim…<br />
A construção de uma mini-hídrica no rio Mondego, em Penacova, irá provocar mais efeitos negativos do que positivos, revelou a responsável pelo seu estudo de impacto ambiental, que será em breve entregue à Agência Portuguesa do Ambiente disse Susana Viseu, responsável pelo estudo.<br />
Segundo Susana Viseu, “os impactos socioeconómicos são muito significativos face à impossibilidade de continuidade das atividades turísticas no rio, que provoca extinção direta de 35 postos de trabalho, além de outros indiretos, e compromete o desenvolvimento do turismo no futuro desta região”.<br />
“Daí que se considera que os impactos positivos do projeto, que são a produção de nove megawatts de energia, não suplantam os impactos negativos do projeto”, sublinhou a técnica.<br />
No rio Mondego operam de forma regular seis empresas de animação de turismo que, nos últimos três anos, geraram um volume de negócios bruto na casa de 1,5 milhões de euros, correspondendo à participação de 100 mil pessoas.<br />
O estudo de impacto ambiental vai ser entregue ao promotor do projeto, que é a Administração da Região Hidrográfica do Centro, devendo ser entregue à Agência Portuguesa do Ambiente, depois dos acertos finais, “até a  primeira semana de fevereiro”.<br />
No Colóquio “Mondego Vivo – discussão do projeto da mini-hídrica no Rio Mondego”, promovido pela autarquia local e pela Plataforma Mondego Vivo, que juntou um conjunto de personalidades que discutiram o assunto do ponto de vista ambiental, económico, social, cultural, energético e a área do turismo.<br />
A Plataforma Mondego Vivo é um movimento que rejeita a construção da mini-hídrica e do qual fazem parte autarquias, coletividades, empresas e outras instituições dos concelhos de Penacova, Coimbra e Vila Nova de Poiares. Empresas que anima intensamente o turismo da região.<br />
Para o investigador Eugénio Menezes de Sequeira, presidente da Liga para a Protecção da Natureza, presente no colóquio, a construção da mini-hídrica iria provocar o fim da agricultura e do turismo naquela zona, devendo, por isso, o Governo abandonar já o projeto.<br />
“Não verificaram se, do ponto de vista económico, a construção era viável, porque oito ou nove megawatts de energia, ou o equivalente em petróleo, podem ser poupados nas casas ou nos carros”, referiu o técnico, que é membro do Conselho Nacional de Ambiente e Desenvolvimento Sustentado.<br />
O juiz da Confraria da Lampreia, prato típico de Penacova, alertou ainda que a mini-hídrica causaria graves prejuízos no setor da restauração, porque impossibilitaria a subida daquele ciclóstomo pelo rio.<br />
“O interesse económico da lampreia é diversificado, tem a ver com a restauração e o facto do concelho ter investido muito em Penacova Capital da Lampreia e futuramente com as caminhadas da Rota da Lampreia”, disse Luís Amante. Não se pode assim eliminar uma das mais valias do turismo de Peancova.<br />
Acredito que vamos ganhar!<br />
Notícia ligeiramente adaptada de <a href="http://www.cnoticias.net/?p=66879">Cnotícias</a><br />
<span style="color: #ff0000;"><strong></strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><strong>As 3 piores notícias do turismo em Portugal-janeiro de 2012</strong></span><span style="color: #ff0000;"><strong></strong><br />
</span><strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Corte nos dias de féria de 25 para 22 dias e no corte de 4 feriados</strong><br />
O governo continua a tentar construir em Portugal um modelo de produtividade chinesa amputando a possibilidade de mais pessoas e durante mais tempo podem desfrutar e amar o nosso Património Notável; assim a incúria incompetente irá reduzir os dias de férias de 25 dias para 22 e eliminar 4 feriados, dois deles cheios de significado histórico, o que só pode ser feito por gente que não assimilou nem se interessa pela história de Portugal. Ao menos os nossos amigos banquários e banqueiros podem, não sei porque carga de água, manter a s regalias-amigos ao menos aproveitam com os seus dinheiros para ocuparam o nosso conjunto hoteleiro! Bom turismo para eles; Que revoltante!<br />
<a href="http://www.agenciafinanceira.iol.pt/financas/banca-bancos-bancarios-ferias-concertacao-acordo-tripartido/1319684-1729.html">Leia aqui anotícia</a><br />
<strong>A Construção da Barragem do Vale do rio tua continua assombrada com a morte de três trabalhadores<br />
</strong>O monstro continua a sua voragem, e agora para além do crime de destruir tão espantoso património vão morrendo homens que devido a falta de condições de segurança associado a instabilidade natural dos taludes graníticos, mais se poderão seguir esperemos que estejamos enganados.<br />
<a href="http://caldeiraodebolsa.jornaldenegocios.pt/viewtopic.php?t=79214&amp;sid=d8abeb7561d424684e1222aeea14fcf8&amp;js_link=1">Ler aqui a discussão no fórum e participe</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.portugalnotavel.com/wp-content/uploads/2012/02/turistas-dinamarquesas-mortas-na-ilha-da-madeira.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2429" title="turistas dinamarquesas mortas na ilha da madeira" src="http://www.portugalnotavel.com/wp-content/uploads/2012/02/turistas-dinamarquesas-mortas-na-ilha-da-madeira-300x200.jpg" alt="turistas dinamarquesas mortas na ilha da madeira 300x200 AS notícias mais importantes do turismo e património notável de Janeiro de 2012" width="300" height="200" /></a><br />
<strong>Madeira: morte de duas turistas dinamarquesas terá sido acidental</strong><br />
Lamentamos a morte destas simpáticas e intrépidas senhoras dinamarquesa e que o seu acontecimento trágico não possibilite a redução do número de turistas nórdicos a um dos nossos destinos de truismo de sonho.<br />
Uma nota pessoal, se não tiveram sofrimento, talvez seja a morte feliz, eu pelo menos quando for já muito velhinho gostava de morrer assim empoleirado num sítio com muitas estrelinhas.<br />
Turismo: <a href="http://aeiou.expresso.pt/madeira-morte-de-turistas-dinamarquesas-tera-sido-acidental=f698053">Ler mais aqui</a></p>
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		<item>
		<title>Paisagem e Ponte Filipina no rio Zêzere na zona da Barragem do Cabril (Pedrogão Grande e Sertã) (*)</title>
		<link>http://www.portugalnotavel.com/2012/01/ponte-filipina-rio-zezere/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 19:05:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Castela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Castanheira de Pêra, Figueiró dos Vinhos e Pedrogão Grande]]></category>
		<category><![CDATA[Concelhos]]></category>
		<category><![CDATA[Distrito-Leiria]]></category>
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		<category><![CDATA[Figueiró dos Vinhos e Pedrogão Grande]]></category>

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		<description><![CDATA[Ponte Filipina Desde sempre os vales encaixados apesar de um pouco repulsivos a ocupação humana, pelo abrupto declive do terreno, fascinaram as gentes. Por exemplo neste local clamei hossanas a paisagem de Cidadelhe no vale do Côa (ler aqui). Também o vale do Zêzere, na zona da barragem do Cabril é belo, embora infelizmente desnaturalizado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: justify;">Ponte Filipina</h4>
<p style="text-align: justify;">Desde sempre os vales encaixados apesar de um pouco repulsivos a ocupação humana, pelo abrupto declive do terreno, fascinaram as gentes.<br />
Por exemplo neste local clamei hossanas a paisagem de Cidadelhe no vale do Côa (<a href="http://www.portugalnotavel.com/2010/09/paisagem-castro-e-aldeia-de-cidadelhe-pinhel/">ler aqui</a>).<br />
Também o vale do Zêzere, na zona da barragem do Cabril é belo, embora infelizmente desnaturalizado pela construção desta infra-estrutura. O troço que nos referimos fica obviamente a jusante da barragem.<br />
<strong>O Vale encaixado na zona da Ponte Filipina</strong><br />
Toda esta beleza se deve a incisão epigénica fluvial do rio Zêzere no Granito de Pedrogão instalado na região a cerca de 524-580 milhões de anos, que aqui forma um autêntico canhão.<br />
Três grandes estruturas captam a nossa atenção: a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Barragem_do_Cabril">barragem do Cabril</a> (construída entre 1951 e 1954), que é uma das maiores barragens portuguesas e a mais (136 metros); também de alturas falamos porque aqui está segunda ponte mais alta de Portugal que permite a passagem da estrada do IC8 com 170 metros (já agora como curiosidade a ponte mais alta de Portugal ser a ponte 25 de Abril (*) em Lisboa com 190 metros).<br />
Mas como não queremos enfadar os viajantes com tão altas altitudes, fiquemo-nos então pela Ponte Filipina, logo abaixo da ponte viaduto.<br />
Para lá chegarmos o melhor caminho é o que parte de Pedrogão Pequeno (colocada inapropriadamente como localidade pertencente a <a href="http://www.aldeiasdoxisto.pt/aldeia/3/5/102">Rede de Aldeias de Xisto</a>) e que desce por uma calçada romana. Sabemos que o povo tem a cisma de chamar qualquer calçada coeva de romana e o mesmo sucede as pontes, mas aqui tem alguma razão.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.portugalnotavel.com/wp-content/uploads/2012/01/ponte-filipina-pedrogão.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2419" title="ponte filipina pedrogão" src="http://www.portugalnotavel.com/wp-content/uploads/2012/01/ponte-filipina-pedrogão-300x200.jpg" alt="ponte filipina pedrogão 300x200 Paisagem e Ponte Filipina no rio Zêzere na zona da Barragem do Cabril (Pedrogão Grande e Sertã) (*)" width="300" height="200" /></a><strong>A Ponte Filipina entre Pedrógão Grande e Pedrógão Pequeno</strong><br />
No século XVII, entre 1607 e 1610, por ruína da ponte antiga, houve necessidade de construir a ponte Filipina. O trânsito a pé ao a muar desde os romanos e ao longo de muitos séculos que se processava entre a Beira Baixa e a Beira Litoral tinha que se fazer obrigatoriamente por aqui, pois era a única que permitia a passagem de Verão e de Inverno. Nas épocas estivais a passagem do Zêzere era possível noutros locais. Aliás esta passagem no rio Zêzere, seria o único lugar com ponte de cantaria, desde o Fundão até à sua foz.<br />
A ponte anterior (romana e/ou medieval) à que lá existe foi avistada há alguns anos atrás quando foi despejada a albufeira da Barragem da Bouçã (actualmente encontra-se a 7 m abaixo da superfície da água).<br />
A antiguidade está bem patente em toda esta região pois existia, de ambos os lados do Zêzere, em frente um do outro, dois povoados do Bronze Final — Nossa Senhora da Confiança e Nossa Senhora dos Milagres. O primeiro teve ocupação provável também na I Idade do Ferro; o segundo teve ocupação ininterrupta até à época romana. O primeiro deve ter tido um pequeno templo romano no seu topo — inscrição aqui descoberta à Deusa Nábia) e aparecimento de uma base de coluna e um fuste em Pedrogão Pequeno povoação perto) (<a href="http://www.igespar.pt/media/uploads/trabalhosdearqueologia/46/10.pdf">ler aqui</a>).<br />
A servir a ponte, acha-se uma calçada de pedra miúda de granito, construída provavelmente na altura da ponte filipina e que esteve ao serviço rodoviário até 1954, altura em que foi construída a Barragem do Cabril e por aí se passou a processar todo o trânsito. Actualmente, faz-se pelo IC 8, cuja ponte já referimos. Por entre a custosa a estrada filipina, alcandorada em tão árdua encosta, ainda hoje se notam alguns lajeados que poderão ser romanos.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.portugalnotavel.com/wp-content/uploads/2012/01/ponte-filipina-2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2420" title="ponte filipina 2" src="http://www.portugalnotavel.com/wp-content/uploads/2012/01/ponte-filipina-2-300x225.jpg" alt="ponte filipina 2 300x225 Paisagem e Ponte Filipina no rio Zêzere na zona da Barragem do Cabril (Pedrogão Grande e Sertã) (*)" width="300" height="225" /></a>A nossa cenográfica ponte Filipina é constituída então por três arcos com 72 metros de comprimento. Originalmente estaria a cerca de 30 metros do leito do rio. O arco central, de maior vão, tem 22 metros de abertura. A ponte é construída, em alvenaria de granito, destacando-se no seu trabalho os talhamares. Foi classificada como Imóvel de Interesse Público em 1982.<br />
Da ponte parte um percurso pedestre, provavelmente muito bonito até ao Moinho das Freiras, sempre com o rio Zêzere a sua ilharga. Por falta de tempo não visitamos o moinho das freiras, que tem um túnel que terá sido construído em simultâneo com a Barragem do Cabril, para a passagem de máquinas e camiões. O Moinho das Freiras (engenho que já não existe) está equipado com mesinhas, cadeiras e churrasqueira comunitária e que deveria ser todo fixolas para um piquenique, bem não rabujemos, também não é despiciente nutrirmo-nos no Alto da Senhora da Confiança… local apropriado para evocarmos Nabia, deusa dos rios e da água na mitologia galaica e lusitana: o rio Neiva no Minho, o rio Nabão que passa por Tomar, já perto daqui, foram baptizados em sua homenagem. Também existe a referência de Nabia na Fonte do Ídolo em Braga (*)<br />
Deusa Nabia, protegei os troços dos rios Tua e Mondego das suas destruidoras e usurárias barragens ditadas por tão ruim gente. “Aegroto dum anima est, spes est”. Obrigado!<br />
Para aqueles que possam ler aqui alguma pretensiosa vaidade espiritual, nós não somos assim e como raiamos a despretensão fica a tradução desta latinidade. “Enquanto uma pessoa doente estiver consciente (ou enquanto reagir), ainda há esperança”.<br />
1- Créditos fotográficos da segunda fotografia é de do blog <a href="http://portugal-nature.blogspot.com/2010/06/06-06-2010-pedrogao-grande.html">Portugal Nature</a></p>
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		<title>Igreja do Seminário de Coimbra (*)-Sumptuosa obra de arte Italiana em&#8230;.Coimbra</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Jan 2012 23:20:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Castela</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Igreja do Seminário de Coimbra A igreja do Seminário de Coimbra é um grandioso conjunto de barroco italianizante que alberga no seu seio uma pequena capela recheada de maravilhosas obras de arte e que tem a mais bela cúpula pintada em Portugal. História da Igreja do Seminário de Coimbra A construção do seminário iniciou-se em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: justify;">Igreja do Seminário de Coimbra</h4>
<p style="text-align: justify;">A igreja do Seminário de Coimbra é um grandioso conjunto de barroco italianizante que alberga no seu seio uma pequena capela recheada de maravilhosas obras de arte e que tem a mais bela cúpula pintada em Portugal.<br />
<strong>História da Igreja do Seminário de Coimbra</strong><br />
A construção do seminário iniciou-se em 1748 e já em 1756 o edifico central estava terminado. Os arquitectos e o primeiro reitor eram italianos.<br />
A entrada no recinto do Seminário faz-se por um portão grande, em cantaria, semelhante ao do Jardim Botânico (***), que lhe está próximo, com uma porta em ferro com as armas episcopais do Bispo Conde D. Manuel Correia Bastos Pina. O edifício é antecedido por jardim, já construído no século XX, mas ao gosto barroco, tendo ao centro um conjunto circular de lagos, rasgado por duas ruas perpendiculares, com balaustradas e figuras mitológicas em pedra nos quatro lagos. No topo poente da rua transversal, um retábulo de pedra monumental, encimado por um pelicano.<br />
O Seminário Maior de Coimbra é constituído por 3 edifícios, de épocas diferentes, assim designados: Casa Velha (1748-1765); Casa Nova (1873) e Casa Novíssima (1880).<br />
<strong>Edifico Central-Casa Velha</strong><br />
O edifico é elegante, monumental com planta rectangular de 3 pisos. A fachada é formada por cinco corpos, separados por duas elegantes torres sineiras com coruchéu e relógios- que se elevam acima do nível da cobertura e apresentam ventanas com balaustrada. A parte central corresponde ao corpo da igreja, que se almeja atravessando um portão importado de Bolonha, de ferro e bronze. Por cima da varanda encontramos o brazão do bispo-conde Dom Miguel da Anunciação fundador do Seminário, com o emblema do <strong>Mosteiro de Santa Cruz</strong> (***).<br />
Do estilo barroco são ainda as janelas de moldura recta com frontão curvo; no segundo piso abrem-se 4 janelas monumentais com balaustradas.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.portugalnotavel.com/wp-content/uploads/2012/01/Cupula-da-igreja-do-seminário-Coimbra.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2388" title="Cupula da igreja do seminário Coimbra" src="http://www.portugalnotavel.com/wp-content/uploads/2012/01/Cupula-da-igreja-do-seminário-Coimbra-300x232.jpg" alt="Cupula da igreja do seminário Coimbra 300x232 Igreja do Seminário de Coimbra (*) Sumptuosa obra de arte Italiana em....Coimbra" width="300" height="232" /></a><br />
<strong>A Igreja do Seminário de Coimbra</strong> (*)<br />
A entrada do igreja do Seminário de Coimbra encontra-se uma porta de madeira preciosa embutida de madre-pérola, enquadrada por elementos decorativos. O interior do templo é magnífico interior, quer pela sua arquitectura quer pela decoração.<br />
A igreja do Seminário de Coimbra tem uma nave octogonal irregular coberta por uma cúpula, à qual se junta a capela-mor rectangular, com um altar de mármore branco executado em Génova por Pasquale Bocciardo, que também fez os altares da nave. A pintura do altar-mor representa Jesus entre os Doutores na companhia de Nossa Senhora e São José, foi encomendada em Bolonha (o seminário foi colocado sob a invocação de Jesus-Maria-José). A pintura do tecto da capela-mor representa uma pomba emitindo raios dourados e as figuras dos quatro evangelistas.<br />
Sob o arco do coro-alto está um pequeno órgão datado de 1763, e que possui uma bela decoração de talha dourada barroca policromática. Foi construído pelo espanhol Juan Fontana Maqueixe.<br />
As esculturas excelentes da Virgem e de São José em tamanho natural dos altares laterais são também italianas, da autoria do napolitano Januário Vassalo e foram esculpidas em 1756; sob estes altares, em urnas de vidro estão as relíquias de São Liberato e de São Fortunato; aqui eram sepultados os professores e o altar-mor destinava-se à sepultura dos reitores.<br />
As paredes laterais têm nichos onde estão as esculturas em madeira, do séc. 18, dos 4 Doutores da Igreja Latina &#8211; São Jerónimo, Santo Ambrósio, Santo Agostinho e São Gregório.<br />
<strong>A cúpula pintada (*)</strong><br />
Mas o maior motivo de interesse da igreja do Seminário de Coimbra reside na cenográfica cúpula pintada em 1760 por Pasquale Parente, com motivos alusivos à Vida da Virgem. Pasquale em 1756 já estava em Coimbra e aqui ficou até a sua morte em 1793.<br />
“A composição da cúpula da igreja do Seminário de Coimbra é erudita, de gosto barroco, com claras influências do que então se fazia em Itália. O tema central é a coroação da Nossa Senhora, mas há um conjunto significativo de outros registos justapostos, como se houvesse horror ao vazio. As figuras estão bem desenhadas, os planos bem definidos, bons pontos de fuga, e uma técnica de fresco de elevada categoria. A cor é igualmente excelente, o que faz com que esta seja umas das melhores pinturas do género existentes em Portugal”1.<br />
O Seminário tem ainda duas capelas: a capela da Anunciação, no andar nobre, cujo principal motivo de interesse reside no seu altar; e a capela de São Miguel, com um bonito retábulo rococó.<br />
Do piso superior alcança-se um bom panorama para a Serra da Lousã, para o troço urbano do rio Mondego, bem como para a margem esquerda de Santa Clara.<br />
Em adolescente aqui vim muitas vezes jogar futebol e por vezes não deixava de mirar o interior da igreja do Seminário de Coimbra e ficar estarrecido! Quantos conimbricenses já aqui terão estado? Quantos turistas italianos, que visitam Coimbra, saberão que a Lusa-Atenas alberga em si uma verdadeira jóia artística feita por conterrâneos?<br />
<strong>Consultas</strong><br />
1) Dias, Pedro-<em>100 Obras de Arte de Coimbra</em>, Fundação Bissaya Barreto, 2008<br />
Consultar aqui <a href="http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=396470">fotografias do exterior</a>.<br />
<strong>Boa Viagem!</strong></p>
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		<title>Linha do Tua (Carrazeda de Ansiães)-um ótimo artigo de José Pacheco Pereira sobre a construção da criminosa barragem</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 04:58:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Castela</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Linha do Tua “Eu sou o último dos ecologistas, &#8220;verdes&#8221;, ou coisa semelhante. Sempre tive uma grande desconfiança com as posições ecologistas e um enorme cepticismo quanto ao pano de fundo dos seus argumentos. Não fui muito sensível às &#8220;gravuras que não sabiam nadar&#8221;. Sou céptico quanto aos movimentos, discursos e demagogias sobre o &#8220;aquecimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: justify;">Linha do Tua</h4>
<p style="text-align: justify;">“Eu sou o último dos ecologistas, &#8220;verdes&#8221;, ou coisa semelhante. Sempre tive uma grande desconfiança com as posições ecologistas e um enorme cepticismo quanto ao pano de fundo dos seus argumentos. Não fui muito sensível às &#8220;gravuras que não sabiam nadar&#8221;. Sou céptico quanto aos movimentos, discursos e demagogias sobre o &#8220;aquecimento global&#8221;, transformados numa vaga ideologia anti capitalista e anti-industrial, que ignora que o nosso modelo de desenvolvimento, predador que seja, e é, garante apesar de tudo um mínimo de qualidade de vida para biliões de pessoas que nunca conseguiriam aceder a esse limiar sem estragar parte da natureza quase sempre sem conta, peso, nem medida. Desconfio da retórica catastrofista com o &#8220;aquecimento global&#8221; e estou muito do lado de Bjorn Lomborg nos seus argumentos contra a demagogia ambientalista que se tornou um discurso politicamente correcto nos últimos anos, nos países simultaneamente mais ricos e nos únicos que podem controlar alguma coisa a predação da natureza, exactamente porque são ricos e podem pagar esse luxo que China, Índia e Brasil não podem.<br />
Dito isto, que me coloca na lista negra dos ambientalistas &#8211; já no Parlamento Europeu, eu e Vasco Graça Moura estávamos na lista dos menos &#8220;verdes&#8221; dos deputados -, vou terçar as frágeis armas da opinião pela causa da linha do Tua e, por extensão, do Alto Douro vinhateiro e do que não é vinhateiro, mas simplesmente belo como pouca coisa portuguesa que reste. E isto significa que entendo que é um verdadeiro crime e uma asneira, infelizmente com uma sólida tradição de outras asneiras por trás, construir a barragem prevista para a linha do Tua.<br />
O que temos no vale do Tua, o rio, o vale, a linha ferroviária, o equilíbrio da terra, da água, das escarpas, da vegetação, do vento, da solidão agreste, é hoje único em Portugal. Ou seja, não há mais. Acaba-se com o vale do Tua e com excepção de alguns trechos fluviais, muito mais pequenos e sem a dimensão agreste do Tua, já não existe nada de semelhante em lado nenhum. Estamos diligentemente a acabar com outro destes vales, o do Sabor, pelo que sobra apenas o Tua.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.portugalnotavel.com/wp-content/uploads/2012/01/linha-da-tua.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2377" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://www.portugalnotavel.com/wp-content/uploads/2012/01/linha-da-tua-300x225.jpg" alt="linha da tua 300x225 Linha do Tua (Carrazeda de Ansiães) um ótimo artigo de José Pacheco Pereira sobre a construção da criminosa barragem" width="300" height="225" /></a>Eu tive ainda o privilégio de andar na Linha do Tua (como na do Corgo, igualmente encerrada) e era uma viagem inesquecível, que certamente será um <em>must </em>em qualquer turismo de amadores de comboios, popular em países como o Reino Unido e nos EUA. A &#8220;composição&#8221; era uma mescla de velho material ferroviário reciclado, que incluía máquinas espanholas e jugoslavas e carruagens italianas dos anos 30. A linha não era então turística, nem nada que se pareça, mas uma linha ferroviária normal, servindo o tráfego normal, as pessoas da terra e das aldeias que tinham no comboio o único meio de transporte que existia. Era um mundo do passado, percebia-se por tudo, pela lentidão, pelo trajecto, pelo mundo que estava a acabar por detrás de estações com nomes bárbaros e som germânico, ou de santos cristãos.<br />
Mas o vale do Tua era o vale do Tua, um sítio belíssimo, onde o calor a pique do Verão, ou o despertar da Primavera ou as primeiras chuvas de Outono faziam a terra cheirar a terra, a urze, aos mil e um cheiros mediterrânicos que hoje só conhecemos dos livros, quando lemos os clássicos. Num sítio muito diferente e distante, conheci os mesmos cheiros e o silêncio quente perturbado apenas pelos besouros e por um vento suave e denso. Na Turquia, ao lado de velhas ruínas por escavar, algures no interior da Anatólia, já bem dentro da Jónia antiga. É o mesmo país, a mesma terra, a mesma história, a mesma pátria antiga que nos fez. Estivessem vivos homens como Orlando Ribeiro, e eles dir-nos-iam os elos que estamos a quebrar, não com o passado, mas com o presente e connosco próprios.<br />
Portugal é um país que tem destruído intensamente a sua paisagem natural nos últimos anos, tem uma grande densidade de barragens a norte e cada barragem é um vale de um rio que desaparece. As cumeadas dos montes já estão cheias de eólicas, e quase que não é possível em lado nenhum olhar à volta de um ponto alto, mesmo nos parques naturais, sem ver artefactos colocados bem diante dos nossos olhos nos últimos 20 anos. Já não sabemos, por exemplo, o que é uma noite escura, e por isso o espanto homérico com o céu e as estrelas é uma experiência que já &#8220;não nos assiste&#8221;, para assentar os pés na terra em que verdadeiramente vivemos, a das trivialidades boçais.<br />
Eu sei que uma parte desta destruição era inevitável e faz parte de um difícil<em> trade-off </em>entre a economia, fonte de riqueza, os recursos a explorar, e o ambiente, mas, como estamos a chegar aos limites de tudo &#8211; últimos vales, últimos montes, ultimas paisagens -, esse<em> trade-off </em>esgotou-se nas suas virtualidades, e é hoje uma desvantagem cujos custos se pagarão num futuro próximo. As crianças que hoje nascem vão viver num mundo dominado pela poluição luminosa, de caos urbanístico, construções clandestinas mal-amanhadas e sem paisagem natural. Nunca vão ver a Via Láctea a não ser em fotografias, não sabem o que é um vale selvagem de um rio a não ser nos filmes americanos, nunca cheirarão a urze, nem saberão o que é uma giesta, não terão o vento na cara no cimo duma montanha, sem este trazer a marca conspurcada do mundo de lixo que começa logo uns metros mais abaixo, nunca verão um carvalho, nunca comerão uma truta sem ser de viveiro, não saberão o que é o silêncio &#8220;habitado&#8221; que muda o coração dos homens que o sabem ouvir.<br />
E, por isso, a sua relação com o mundo é, à partida, muito mais pobre e nunca compreenderão milhares de páginas da literatura da sua língua, nem Camilo, nem Eça, nem Aquilino, nem os poetas que falam de coisas que para eles são tão longínquas como ervas, arbustos, flores e frutos, que não estejam no hipermercado dos subúrbios. Estão a perder a língua, destruída alegremente entre os SMS e o Acordo Ortográfico, e a aumentar a geral dificuldade de leitura e compreensão de qualquer texto que tenha palavras que não constem do vocabulário gutural dominante.<br />
A EDP, que nos saúda com uma nova imagem (quantos milhões gastos e para quê?) e com um slogan <em>Viva a nossa energia!</em>, será vendida em nome do fim do Estado na economia, a uma qualquer empresa estatal brasileira ou chinesa, que certamente se está nas tintas para o que resta de paisagem natural em Portugal. Quase que posso jurar que, nas conversas de gabinete que ninguém escrutina, e que acompanham a privatização, a nossa &#8220;flexibilidade&#8221; (uma palavra dos tempos de hoje) para acomodar o pacote de barragens está a ser valorizada para subir o preço da empresa. Entre elas está o vale do Tua.<br />
Por isso, combater a barragem que destruirá o vale do Tua transformou-se numa luta de último recurso, uma última oportunidade para termos outra paisagem que não seja eucaliptal, albufeiras artificiais, praias sobrelotadas, montanhas esventradas por pedreiras, na maioria dos casos ilegais, mas a trabalhar diante dos olhos de todos há décadas, num Portugal já demasiado estragado.<br />
Estamos pois numa última fronteira, se é que não a ultrapassámos já”.<br />
(Versão do <strong>Público</strong> de 10 de Dezembro de 2011.)</p>
<p>http://abrupto.blogspot.com/2011/12/estragar-o-pouco-que-resta-eu-sou-o.html</p>
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		<title>Panorama da Varanda dos Carqueijais (**) (Covilhã)</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 01:20:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Castela</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Varanda dos Carqueijais A Varanda dos Carqueijais é um local de paragem para quem atravessou o deslumbrante conjunto de miradouros e geomonumentos do Parque Natural da Serra da Estrela (****). Bebem os viajantes aqui água fresquíssima, leve e agradável e alvejam os olhos a horizontes sem fim para o nascente Beirão de Portugal e as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;">Varanda dos Carqueijais</h3>
<p style="text-align: justify;">A Varanda dos Carqueijais é um local de paragem para quem atravessou o deslumbrante conjunto de miradouros e geomonumentos do Parque Natural da Serra da Estrela (****). Bebem os viajantes aqui água fresquíssima, leve e agradável e alvejam os olhos a horizontes sem fim para o nascente Beirão de Portugal e as lonjuras das serranias espanholas (Gata, Gredos), irmanas desta nossa serra de Estrela e continuadoras da Cordilheira Central da Península Ibérica.<br />
Façamos assim como quase todos e paremos aqui um pouco na Varanda dos Carqueijais a admirar esta magnífica vista panorâmica. No fundo da escarpa da Serra da Estrela, a cidade da Covilhã espraia-se ocupando, já infelizmente, em algumas áreas, terrenos agrícolas de grande fertilidade. Além a Real fábrica de Lanifícios (*) que aproveitava ribeiras estreitas e caudalosas.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.portugalnotavel.com/wp-content/uploads/2012/01/varanda-dos-carqueijais.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2366" title="varanda dos carqueijais" src="http://www.portugalnotavel.com/wp-content/uploads/2012/01/varanda-dos-carqueijais-300x168.jpg" alt="varanda dos carqueijais 300x168 Panorama da Varanda dos Carqueijais (**) (Covilhã)" width="300" height="168" /></a><br />
Tal como no lado norte, junto a Seia, também aqui a serra da Estrela se eleva abruptamente, por enormes falhas geológicas de tectónica alpina, fundamentais para o arribamento vertical desta nossa Serra de Estrela. Destaquemos ainda a Serra da Gardunha com uma génese semelhante à Serra da Estrela ou ainda os montes-ilhas (inselbergs) que albergam no seu topo as aldeias históricas de Belmonte (**) ou Monsanto (****), ou ainda a fértil superfície aplanada da Cova da Beira.<br />
Se tiver tempo, antes de chegar a Varanda dos Carqueijais, para quem vem de Oeste, pela E.N. 339, aconselho-o a estacionar e ir ver o curioso geomonumento da Pedra do Urso, afloramento granítico zoomórfico (existe placa).<br />
Fiquemos com um trecho da nossa bíblia dos viajantes que descreve a varanda dos Carqueijais.<br />
“É a mais bela vista da Covilhã. Torres, brancura de casario, aglomerados de telhados, em um alaranjado vivo, cascatas que se despenham ainda sobre algumas rodas hidráulicas, sobreviventes da velha industria, quintas e jardins da periferia, fitas de estrada serpenteando pelas encosta, algum comboio na Beira baixa, de aparência minúscula, que desce para o vale do Zêzere e se dilui na distância, a caminho da Guarda -tudo isso constitui uma surpreendente visão. O horizonte é vastíssimo. A Oeste, limita-o o biombo da serra; a NE, desenha-se o monte da Esperança, coma vila acastela de Belmonte (**), prolongando-se pelas aldeias pelas alturas serranas de Sortelha (***) e Malcata até ao perfil dentado da Gardunha (*), que se detêm a nossa vista no extremo sul. Para lá desta linha, um, pouco a direita de Sortelha, e por detrás da linha fronteiriça da Malcata, surge nos dias claros de Inverno ou Outono, a massa imponente da serra da Gata, já em terras de Espanha. Dentro desta bacia enorme espreguiça-se o Zêzere, que acaba de sair do seio da montanha, e nela cabem os concelhos de Belmonte, Covilhã e Fu8ndão. O casario desta última parece uma fita branca no sopé da Gardunha. É a grandiosa e fecunda Cova da Beira”.1<br />
1-Guia de Portugal &#8211; Beira, II Beira Baixa e Beira Alta, pag 891-9184</p>
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		<title>36 Unidades de património notável com valor turístico do distrito de Castelo Branco</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 03:25:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Castela</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Temos estado a inserir neste espaço a listagem, por distrito, dos locais notáveis de Portugal (unidades de património notável) que merecem todo o empenho na sua defesa, requalificação e divulgação, porque para além do valor histórico/natural e estético (de âmbito regional, nacional ou mesmo mundial), são também um forte marco identitário e de auto-estima para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Temos estado a inserir neste espaço a listagem, por distrito, dos locais notáveis de Portugal (unidades de património notável) que merecem todo o empenho na sua defesa, requalificação e divulgação, porque para além do valor histórico/natural e estético (de âmbito regional, nacional ou mesmo mundial), são também um forte marco identitário e de auto-estima para todos nós, mas muito principalmente para os moradores onde existem estes locais. São ainda um recurso económico valiosíssimo. Eis a lista dos patrimónios notáveis de Portugal nos seguintes distritos (o número a frente refere a quantidade de património existente):<br />
-<a href="http://www.portugalnotavel.com/2011/01/patrimonio-turismo-beja-planicie-dourada/">Distrito de Beja</a> (45)<br />
-<a href="http://www.portugalnotavel.com/2011/12/turismo-distrito-braganca/">Distrito de Bragança (62)</a><br />
-<a href="http://www.portugalnotavel.com/2010/11/104-locais-notaveis-do-distrito-de-coimbra/">Distrito de Coimbra</a> (106)<br />
-<a href="http://www.portugalnotavel.com/2011/10/turismo-leiria/">Distrito de Leiria</a> (100)<br />
-<a href="http://www.portugalnotavel.com/2011/03/97-locais-notaveis-do-turismo-evora/">Distrito de Évora</a> (97)<br />
-<a href="http://www.portugalnotavel.com/2011/01/turismo-do-distrito-portalegre-alto-alentejo/">Distrito de Portalegre</a> (62)<br />
Não fiqueis tristes gentes do distrito de Castelo Branco com o número dos locais notáveis em Portugal, porque prefiro mil vezes passear pelas vossas planícies ou montanhas do que percorrer as áreas metropolitanas de Lisboa e Porto, tão degradas, poluídas e com gente em excesso que nos tolhe a vontade de movimento. Demoramos mais tempo a percorrer a distância entre dois pontos notáveis num mesmo concelho das cercanias daquelas grandes urbes, do que a fazer umas dezenas de quilómetros, calmos entre dois pontos notáveis do distrito de Castelo Branco.<br />
Ainda assim o distrito de Castelo Branco apresenta situações e extensíveis a toda tipologia de património notável:<br />
-Contêm 5 aldeias notáveis, sendo 4 classificadas como Aldeias Históricas de Portugal e já agora por curiosidade a aldeia que injustamente não está classificada é a de Alpedrinha (que até é vila, mas também o é Belmonte- que ficou classificada):<br />
-Tem dois pólos termais importantes: Monfortinho e Unhais da Serra;<br />
-o concelho da Covilhã está integrado no magnífico Parque Natural da Serra da Estrela, ah e não podemos que o Parque Natural do Tejo Internacional também aqui está, embora quase sempre inacessível por estrada para veículos normais;<br />
-Em 2006 o Geoparque Naturtejo da Meseta Meridional foi inserido na rede mundial de geoparques (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Geoparque_Naturtejo_da_Meseta_Meridional">ler aqui</a>) para defender e divulgar os seus pontos notáveis, como são exemplo as Portas de Rodão ou as cruzianas (bilobites) das trilobites de Penha Garcia.<br />
Todas estas 36 unidades de Património Notável são para as pessoas do distrito, mas também para todos nós, um factor de integração da memória colectiva e da sua capacidade aglutinadora da consciência, da coesão e da identidade de um país, que os ignaros políticos tanto porfiam em aniquilar.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.portugalnotavel.com/wp-content/uploads/2012/01/monsanto.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2361" title="monsanto" src="http://www.portugalnotavel.com/wp-content/uploads/2012/01/monsanto-300x200.jpg" alt="monsanto 300x200 36 Unidades de património notável com valor turístico do distrito de Castelo Branco" width="300" height="200" /></a></p>
<p><strong>Belmonte </strong>(6)<br />
-Aldeia Histórica de Belmonte (**)<br />
-Castelo de Belmonte (*) com realce para a janela manuelina (*)<br />
-Igreja de Santiago com o Panteão dos Cabrais (**)<br />
-Conjunto de Museus de Belmonte (Descobrimentos, Judaico, Azeite…) (*)<br />
-Torre romana de Centum Cellas (**)<br />
-Convento da Nossa Senhora da Esperança (Pousada Histórica) (*)<br />
<strong>Castelo Branco e Vila Velha de Rodão</strong> (8)<br />
-Jardim do Paço Episcopal (**)<br />
-Museu Tavares Proença Júnior (**)<br />
-Museu do Cargaleiro (*)<br />
-Monte de São Martinho (*)<br />
-Geomonumento das Portas do Rodão no rio Tejo (***)<br />
-Complexo de Arte Rupestre do Vale do Tejo (**)<br />
-Geomunomento das Portas do Almourão no rio Ocreza (*)<br />
-Panorama do Penedo Gordo (*)<br />
<strong>Covilhã</strong> (5)<br />
-Castro de Orjais com o seu templo romano e o panorama (*)<br />
-Museu dos Lanifícios- conjunto de fornalhas e poços cilíndricos da antiga Tinturaria da Real Fábrica de Panos da Covilhã (*)<br />
-Panorama da Varanda dos Carquejais (**)<br />
-Paisagem nas Penhas da Saúde (**)<br />
-Termas de Unhais da Serra (*).<br />
<strong>Fundão e Penamacor</strong> (6)<br />
-Conjunto patrimonial de Alpedrinha (*)<br />
-Aldeia Histórica de Castelo Novo (**)<br />
-Museu Arqueológico Municipal José Monteiro (*)<br />
-Diversos panoramas da Serra da Gardunha (**)<br />
-Passeio pelos castros do Fundão na época das Cerejeiras em florescimento e frutificação (*)<br />
-Centro histórico de Penamacor (*)<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="420" height="315" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/zOCgvmDWhc8?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/v/zOCgvmDWhc8?version=3&amp;hl=pt_BR" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object><br />
<strong>Idanha-a-Nova</strong> (5)<br />
-Aldeia Histórica de Monsanto (****)<br />
-Sítio da Capela de São Pedro de Vir-a-Corça (Monsanto) (**)<br />
-Aldeia Histórica de Idanha-a-Velha (***)<br />
-Aldeia de Penha Garcia com o gemonumento das Bilobites e o seu panorama<br />
-Termas de Monfortinho (*)<br />
<strong>Oleiros e Proença-a-Nova</strong> (4)<br />
-Serra quartzítica do Muradal (**)<br />
-Miradouro do Cabeço Mosqueiro (Orvalho) (**)<br />
-Panorama do Picoto da Serra do Moradal (**)<br />
-Miradouro das Corgas (**)<br />
<strong>Vila do Rei (2)</strong><br />
-Panorama do Marco geodésico da Melriça (**)<br />
-Cascatas e paisagem no Penedo Furado, Bicarola e Poios (*)</p>
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		<title>As notícias mais importantes do mês de Dezembro do turismo e do património notável de Portugal (2011)</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Jan 2012 05:51:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Castela</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SOS Património]]></category>
		<category><![CDATA[Todos os artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[As 3 melhores notícias Inaugurado Central de Reservas Aldeias de Xisto As Aldeias do Xisto lançaram a a sua Central de Reservas online durante este mês. Oportunidades não faltam para que possa descobrir o que de melhor as Aldeias do Xisto têm para oferecer numa região que em Portugal se encontra muito deprimida. Um destino [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>As 3 melhores notícias</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Inaugurado Central de Reservas Aldeias de Xisto</strong><br />
As Aldeias do Xisto lançaram a a sua Central de Reservas online durante este mês.<br />
Oportunidades não faltam para que possa descobrir o que de melhor as Aldeias do Xisto têm para oferecer numa região que em Portugal se encontra muito deprimida.<br />
Um destino único com ofertas únicas!<br />
A Central de Reservas online irá facilitar a marcação de alojamento neste fantástico território. Disponível em português, espanhol e inglês, esta plataforma disponibiliza uma diversificada oferta que cumpre elevados padrões de qualidade e serviço. Estes alojamentos seleccionados são, por isso mesmo, reconhecidos com o selo de parceiros oficiais da Rede das Aldeias do Xisto.<br />
Esta plataforma vem assim reforçar a escala de divulgação e promoção internacional desta região e das suas mais-valias. Descubra as muitas vantagens que esta Central de Reservas tem para lhe oferecer, com toda a agilidade e comodidade, sem precisar de sair de casa.<br />
Para saber mais sobre as Aldeias de Xisto visite <a href="http://www.aldeiasdoxisto.pt">www.aldeiasdoxisto.pt</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.portugalnotavel.com/wp-content/uploads/2012/01/talasnal.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2352" title="talasnal" src="http://www.portugalnotavel.com/wp-content/uploads/2012/01/talasnal-300x200.jpg" alt="talasnal 300x200 As notícias mais importantes do mês de Dezembro do turismo e do património notável de Portugal (2011) " width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Biblioteca de da Universidade de Coimbra a mais bela do mundo</strong><br />
A Biblioteca Joanina da Universidade de Coimbra foi considerada a mais bela biblioteca universitária do Mundo, avança esta semana o CV, canal de televisão online da instituição de ensino superior.<br />
A biblioteca surge no topo do ranking das mais belas bibliotecas universitárias do portal Flavorwire e do guia internacional Flavorpill, de Nova Iorque, ranking da autoria da editora literária Emily Temple. <br />
A distinção coloca esta biblioteca portuguesa de estilo barroco acima de outras bibliotecas conceituadas como a da Universidade de Yale, nos EUA, e a da Universidade de Salamanca, em Espanha, que ficaram em 2º e 3º lugares na classificação, respectivamente.<br />
Na lista encontravam-se também as bibliotecas de Oxford, Cambridge ou Chicado, num total de 25 espaços de diferentes universidades a nível mundial.<br />
A Biblioteca Joanina, que deve o seu nome a D. João V, monarca no poder aquando da sua construção, data do século XVIII e situa-se no pátio da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, acolhendo inúmeras pesquisas mas servindo igualmente de espaço para concertos, exposições ou outros eventos culturais.<br />
Clique <a href="http://flavorwire.com/240819/the-25-most-beautiful-college-libraries-in-the-world#1">AQUI</a> para aceder ao ranking completo na Flavorwire.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.portugalnotavel.com/wp-content/uploads/2012/01/Biblioteca_Joanina_da_Universidade_de_Coimbra.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2353" title="Biblioteca_Joanina_da_Universidade_de_Coimbra" src="http://www.portugalnotavel.com/wp-content/uploads/2012/01/Biblioteca_Joanina_da_Universidade_de_Coimbra-300x187.jpg" alt="Biblioteca Joanina da Universidade de Coimbra 300x187 As notícias mais importantes do mês de Dezembro do turismo e do património notável de Portugal (2011) " width="300" height="187" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Guimarães capital europeia da cultura em 2012</strong><br />
A onze anos a cidade do Porto em 2001, foi a capital europeia da cultura, um empreendimento gigantesco que, a bem ou a mal, mudou a cidade. Em 2012, <a href="http://jpn.icicom.up.pt/2009/05/13/porto_passa_testemunho_a_guimaraes_capital_europeia_da_cultura_2012.html">é a vez de Guimarães</a> receber o testemunho juntamente com Maribor, a segunda cidade mais importante da Eslovénia.<br />
De 21 a 28 de janeiro, Guimarães 2012 convida todos a viverem uma semana especial de descoberta do que é a Capital Europeia da Cultura, em 2012, em Guimarães.<br />
A abertura oficial inicia no Sábado, dia 21, pelas 18.00 horas, com uma cerimónia protocolar e multidisciplinar de abertura, até às 20.00 horas. De seguida, pelas 22.00 horas, no Largo do Toural tem início um inesquecível espectáculo de rua, inaugurando Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura. A partir da meia-noite, a festa contagia a cidade e entra por todos os bares, ruas, largos e praças do Centro Histórico de Guimarães. É “A primeira noite”.<br />
Durante toda a semana haverá novíssimas exposições à tua espera, percursos na cidade para serem descobertos, músicas para serem ouvidas e filmes para serem vistos, bem como contos para serem contados, laboratórios para serem experimentados e oficinas para serem trabalhadas.<br />
No sábado seguinte, a semana de abertura celebra a interpretação de Guimarães enquanto Capital Europeia da Cultura, acolhendo uma nova criação de dança contemporânea desenvolvida em Guimarães, levando música às casas dos vimaranenses e convidando os Buraka Som Sistema para um concerto.<br />
Num percurso que enche Guimarães de cultura e num ritmo que veio para ficar o ano todo, Guimarães é o palco da cultura europeia em 2012. É também o teu palco em 2012.<br />
Consulta o programa da semana de abertura <a href="http://www.guimaraes2012.pt/arq/fich/Semana_Abertura.pdf" target="_blank">aqui</a>.<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="315" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/RJrksFGxBKg?version=3&amp;hl=pt_PT" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/v/RJrksFGxBKg?version=3&amp;hl=pt_PT" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>As 3 piores notícias</strong><br />
<strong>Requiem pelo Vale do rio Tua </strong><br />
Persevera o tormento com a destruição do vale do rio Tua, mas não podemos cessar de lutar porque ainda temos esperança para que o tal crime seja anulado. Este mês a controvérsia prosseguiu, leiam o que escreveu José Pacheco Pereira “comunista e ambientalista radical” num artigo admirável radical sobre este majestoso espaço e a iniquidade horrenda contra Portugal que está a ser cometido<br />
<a href="http://abrupto.blogspot.com/2011/12/estragar-o-pouco-que-resta-eu-sou-o.html">http://abrupto.blogspot.com/2011/12/estragar-o-pouco-que-resta-eu-sou-o.html</a><br />
Toda a polémica pode ser lida aqui:<br />
<a href="http://alinhaetua.blogspot.com/">http://alinhaetua.blogspot.com/</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.portugalnotavel.com/wp-content/uploads/2012/01/vale-do-tua-2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2354" title="vale do tua 2" src="http://www.portugalnotavel.com/wp-content/uploads/2012/01/vale-do-tua-2-300x240.jpg" alt="vale do tua 2 300x240 As notícias mais importantes do mês de Dezembro do turismo e do património notável de Portugal (2011) " width="300" height="240" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pior mês de Novembro para o Algarve no mês de Novembro nos últimos 16 anos</strong><br />
A taxa de ocupação hoteleira no Algarve teve este ano «o pior Novembro dos últimos 16 anos», disse hoje à Lusa o presidente da Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA).<br />
A taxa de ocupação global média/quarto foi de 24,2%, ou seja, 9,2% abaixo do verificado em Novembro de 2010 e 40% menos do que em 1996, frisou Elidérico Viegas.<br />
Segundo o dirigente hoteleiro, os números «seriam ainda muito piores fossem levados em conta os estabelecimentos que encerraram nesta época, em número nunca visto em épocas baixas anteriores».<br />
A acrescentar à diminuição registada nas dormidas de portugueses, que ronda os 10 por cento, a procura externa na últimas semanas «também entrou em queda livre», depois de alguns meses em que susteve as perdas devido à diminuição de competitividade dos destinos que são concorrentes directos nos mercados árabes, disse.<br />
Em Novembro, por nacionalidades, as principais descidas registaram-se nos mercados alemão (-23,8%) e nacional (14,8%), mas todos os mercados emissores registaram descidas.<br />
Além da crise das economias e das famílias, o presidente da principal associação hoteleira do Algarve atribui as perdas a factores como a diminuição de competitividade do turismo nacional, a fiscalidade elevada e a falta de uma estratégia de transporte aéreo.<br />
«Temos os aeroportos mais caros da Europa no que respeita aos nossos concorrentes da bacia do Mediterrâneo», alertou.<br />
Criticou as políticas de aumento de impostos, que entre outros efeitos «tem ainda o efeito perverso de nos fazer ter uma má imagem enquanto país» aos olhos dos que nos visitam.<br />
«E o pior nem é a crise, é não haver perspectivas de futuro”, disse, antevendo que o efeito negativo conjugado no Turismo algarvio do aumento do IVA nos restaurantes e no golfe, das portagens na Via do Infante (A22), do fim das pontes de fim-de-semana e da crise nas famílias.<br />
Segundo dados hoje divulgados pela AHETA, o melhor Novembro dos últimos 16 anos para as taxas de ocupação no Algarve foi em 1999, com 55,8 por cento e desde 2007 (40,3) as taxas têm descido consecutivamente: 33,5 em 2008, 29,9 em 2009, 26,7 em 2010 e 24,2 em 2011.<br />
O volume de negócios total em Novembro apresentou uma descida de 10,7% em termos homólogos.<br />
Retirado do site da Lusa / SOL</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Maioriados portugueses abdica de férias fora de casa em 2012</strong><br />
Os hábitos de férias natalícias e de Ano Novo dos portugueses continuam a ser o que eram apesar do agudizar da crise. Um estudo do Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo (IPDT), a que o Diário Económico teve acesso, concluiu que 92,6% dos inquiridos não vai fazer férias fora da residência nesta época festiva. Este valor é pouco superior aos 91% que no ano passado. A crise é principal razão apontada para não viajarem neste período.<br />
&#8220;Há uma grande percentagem de portugueses que espera não fazer férias este ano&#8221;, mas &#8220;não houve o impacto brutal que estava à espera&#8221; fruto da crise económica e das medidas de austeridade que o Governo implementou e que já se fazem sentir no bolso dos portugueses, frisa o presidente do IPDT, António Jorge Costa. &#8220;Talvez porque o turismo é um sector um pouco à parte&#8221; da restante economia, que &#8220;demonstra alguma resiliência&#8221; à crise, justifica.<br />
Apenas 7,4% das mais de quatro centenas de inquiridos vai gozar férias fora de portas. E, dessa amostra 59,3% pensa gastar o mesmo que em 2010. No entanto, há 33,3% que vai gastar menos e &#8220;as questões monetárias são o motivo para este comportamento&#8221;, lê-se no estudo para aferir a intenção de férias dos portugueses nas festas de fim de ano e em 2012 a que o Diário Económico teve acesso. A grande maioria dos portugueses que vai de férias nas festas de final de ano (76,9%) terá um período de lazer com uma duração semelhante à de 2010.<br />
As intenções de férias dos portugueses para o próximo ano são totalmente toldadas de pessimismo. Mais de 71% dos inquiridos não vai fazer férias fora do local de residência e é &#8220;a crise e as medidas de austeridade que justificam a decisão&#8221;, avança António Jorge Costa. Essa é a justificação para que 56,5% dos portugueses ouvidos no estudo que vão ficar de férias em casa no próximo ano.<br />
As medidas de austeridade vão ter &#8220;grande influência no rendimento disponível&#8221; dessas pessoas, adianta o mesmo responsável. No estudo, verifica-se que 60,4% dos inquiridos afirma que a austeridade tem &#8220;muita influência&#8221; no rendimento para fazer férias fora de casa em 2012.<br />
Para António Jorge Costa, a indústria portuguesa do turismo terá de &#8220;apostar na criatividade e na qualidade das equipas&#8221; para vencer, num ano em que a procura interna estará em baixa e onde o sector terá de bater-se &#8220;com falta de competitividade nos preços&#8221;. Afinal, 40% das vendas dos ‘resorts&#8217; dizem respeito à restauração, que vai ver o IVA agravado para 23%.<br />
O responsável aponta &#8220;as parcerias com operadoras e uma política de compromissos com os ‘stakeholders&#8217;&#8221; como uma solução para &#8220;minimizar o embate que se espera&#8221;. António Jorge Costa realça ainda que o sector deve &#8220;tentar captar outros mercados, como tem estado a fazer, de que são exemplos o Brasil, a América do Norte e o Canadá&#8221;.<br />
Ainda assim, cerca de 28,6% dos inquiridos pretende fazer férias fora do local de residência em 2012, quando no ano passado este valor situava-se em 32,9%. E, dos que vão de férias, a &#8220;maioria pensa gastar o mesmo e tirar o mesmo período de férias, não alterando a sua tipologia de consumo&#8221;, realça o presidente do IPDT. São férias de mais de dez dias, onde prevêem um consumo médio da ordem dos 924 euros.<br />
António Jorge Costa sublinha, porém, que &#8220;31,4% pensa reduzir os gastos, nomeadamente no alojamento, optando em grande medida por casa de familiares&#8221;. O motivo para gastar menos é a crise, que recebe 87,5% das respostas.<br />
Fonte: <a href="http://economico.sapo.pt/noticias/mais-de-90-dos-portugueses-passa-ferias-de-natal-em-casa_133460.html">Diário Económico</a></p>
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		<title>Dornes (Ferreira do Zêzere)- Insólita torre templária na paisagem</title>
		<link>http://www.portugalnotavel.com/2011/12/dornes-torre-templaria/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 03:40:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Castela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Concelhos]]></category>
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		<category><![CDATA[Tomar e Ferreira do Zêzere]]></category>
		<category><![CDATA[Vilas e aldeias notáveis]]></category>

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		<description><![CDATA[Dornes Dornes é uma pequena povoação, ancorada num esporão sobre a albufeira da Barragem de Castelo de Bode no rio Zêzere. Pela sua posição Dornes tem um impacto paisagístico interessante; para além deste motivo, outros dois reclamam a sua visita: a torre medieval templária e a sua igreja matriz. Dornes teve pelo menos ocupação romana [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: justify;">Dornes</h4>
<p style="text-align: justify;">Dornes é uma pequena povoação, ancorada num esporão sobre a albufeira da Barragem de Castelo de Bode no rio Zêzere. Pela sua posição Dornes tem um impacto paisagístico interessante; para além deste motivo, outros dois reclamam a sua visita: a torre medieval templária e a sua igreja matriz.<br />
Dornes teve pelo menos ocupação romana e é o que resta de uma vila que já existia no século XII, que foi respectivamente de Templários, passando destes para a comenda da Ordem de Cristo. Dom Manuel concedeu-lhe foral em 1513.<br />
A torre medieval de Dornes possui planta pentagonal, uma rara solução em Portugal, e é construída por xisto (a rocha da região), calcário (principalmente nos cunhais) e alvenaria miúda.<br />
A origem da torre deve ser romana, como é visível numa epígrafe no interior da torre quase inteligível (que nós não vimos por esta estar fechada). Aliás como se pode observar pelo alicerce a torre assenta sobre a base de outra torre mais larga, que eventualmente poderá ser romana, embora nada nos garanta tal.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.portugalnotavel.com/wp-content/uploads/2011/12/dornes.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2343" title="dornes" src="http://www.portugalnotavel.com/wp-content/uploads/2011/12/dornes-300x200.jpg" alt="dornes 300x200 Dornes (Ferreira do Zêzere)  Insólita torre templária na paisagem" width="300" height="200" /></a>A torre serviu de atalaia templária como se depreende pelas estelas funerárias depositadas no seu interior e por se situar na mais importante região templária de Portugal; perto encontra-se um dos monumentos templários mais importantes da humanidade-o Convento de Cristo em Tomar (*****) classificado como Património Mundial da Humanidade e o castelo de Almourol (***) uma das sete maravilhas de Portugal (em votação popular). Também no concelho de Ferreira do Zêzere também se encontram vários locais com a sacralização do território da ordem e das suas preferências litúrgicas e cultuais: Espírito Santo, Senhora do Ó, Santa Catarina, Santo António, São Silvestre, São Pedro de Castro (este local deverá merecer uma vista nossa em breve), São Miguel, Santa Maria&#8230; Aqui perto situa-se as ruínas da Torre do Ladrão Gaião ou Langalhão, relacionada com lendas de gigantes, tão associadas ao templarismo (outro sítio a merecer a nossa atenção e que não visitamos).</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.portugalnotavel.com/wp-content/uploads/2011/12/dornes-1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2344" title="dornes 1" src="http://www.portugalnotavel.com/wp-content/uploads/2011/12/dornes-1-300x183.jpg" alt="dornes 1 300x183 Dornes (Ferreira do Zêzere)  Insólita torre templária na paisagem" width="300" height="183" /></a>Acede-se ao interior da torre de Dornes por uma porta situada a meia altura, indício da sua anterior utilização militar, encontrando-se no interior da verga da porta em pedra calcária, uma epigrafia curiosa, com dois escudos, um dardo e uma lança de origem ignota.<br />
A torre serve hoje de imponente sineira à igreja matriz que lhe é vizinha, fruto de adaptação no tempo do rei Dom Manuel.<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="420" height="315" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/4ga9LaFjOAA?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/v/4ga9LaFjOAA?version=3&amp;hl=pt_BR" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
No dia da nossa visita, o Sol já se ia recolhendo e nem nos foi possível visitar a igreja de Dornes, com fundação ligada a Rainha Santa Isabel, provavelmente em 1285, que dizem bonita pelo seu recheio e em que se destaca os azulejos, o órgão de tubos ibérico, as imagens de pedra de Nossa Senhora do Pranto uma Pietá)- padroeira da freguesia e considerada milagrosa e que tem uma lenda associada a si (<a href="http://www.jf-dornes.pt/">ler aqui</a>) e o belo óleo quinhentista figurando o &#8220;descanso na fuga para o Egipto&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">O sol declina e partamos então, a pensar que almas sortudas são aquelas, que repousam na ponta do esporão no cemitério de Dornes, enfim um arrepio na espinha, pois talvez ossitos afeitos a humidade serão talvez carcomidos com mais presto.Deixando com renitência tão ideal refúgio de tranquilidade no meio da tempestade, porque não visitamos a igreja no seu interior, porque por fora o aspecto é modesto a expeção da interessante lápide gótica com um brasão. Miramos que isto é uma paisagem de água e que os montes xistosos que debruam a albufeira de Castelo de Bode são monótonos e sem agrado, envolvidos em verde pela monocultura do pinheiro bravo, ah e para arrelio nem um cafezinho tomámos!</p>
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		<title>Vale do rio Tua (Carrazeda de Ansiães e Alijó) (***) – vamos deixar que aniquilem esta maravilha natural de Portugal (2ªparte)?</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 06:33:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Castela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carrazeda de Ansiães]]></category>
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		<category><![CDATA[SOS Património]]></category>
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		<description><![CDATA[Vale do rio Tua Sobre a beleza e a importância do vale do rio Tua fica aqui um texto com qualidade ligeiramente adaptado por mim do José Romão. “Os vales, quanto mais profundos e estreitos mais impressionantes para o Homem, mas também mais vulneráveis (apetecíveis) a ser emparedados e submersos por barragens. O vale do rio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: justify;">Vale do rio Tua</h4>
<p style="text-align: justify;">Sobre a beleza e a importância do vale do rio Tua fica aqui um texto com qualidade ligeiramente adaptado por mim do <a href="http://www.milcores.pt/">José Romão</a>.<br />
“Os vales, quanto mais profundos e estreitos mais impressionantes para o Homem, mas também mais vulneráveis (apetecíveis) a ser emparedados e submersos por barragens. O vale do rio Tua, a 100m sobre o nível do mar, é ladeado por escarpas que chegam aos 676m. O rio Tinhela, seu afluente, também a submergir, contorna uma extensa vertente selvagem com 500m de altura. Os blocos de granito das Fragas Más no vale do rio Tua têm centenas de metros de diâmetro. Estar nestes ambientes magníficos proporciona-nos uma experiência única da Terra.    <br />
<strong>O que a barragem do Vale do Tua põe em causa: </strong><br />
<strong>Paisagem do Vale do rio Tua:</strong><br />
20Km de vale encaixado, de aspecto agreste, da Brunheda à Foz do Tua, e ainda o Rio Tinhela e a Ribeira de Barrabáz.<br />
<strong>Flora do vale do rio Tua:</strong><br />
O difícil acesso, pela inclinação, extensão e esforço físico, impediu a agricultura em muitos locais, permanecendo a flora selvagem, principalmente os zimbros, arbustos de grande porte, quase arbóreo. O ar limpo dada a pouca indústria local permite a muitas espécies de líquenes crescerem luxuriantemente. Castanheiros, pinheiros (de alepo?), e sobreiros cobrem as vertentes sobranceiras ao rio Tua numa floresta densa e verdejante dada a ausência de incêndios.<br />
<strong>Fauna vale do rio Tua:</strong><br />
Nos túneis do comboio há populações de morcegos. Vê-se o esquilo, muitas espécies de aves incomuns, e ouve-se o pica-pau. Dizem-me existir águia-real, bufo real, cegonha preta, e talvez falcão peregrino e abutres, e que várias espécies e sub-espécies de borboletas e libélulas em Portugal só podem ser encontradas no Tua.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.portugalnotavel.com/wp-content/uploads/2011/12/vale-do-tua-1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2329" title="vale do tua 1" src="http://www.portugalnotavel.com/wp-content/uploads/2011/12/vale-do-tua-1-300x224.jpg" alt="vale do tua 1 300x224 Vale do rio Tua (Carrazeda de Ansiães e Alijó) (***) – vamos deixar que aniquilem esta maravilha natural de Portugal (2ªparte)?" width="300" height="224" /></a><strong>Termalismo vale do rio Tua</strong>:<br />
As termas de S. Lourenço (*), com água quente sulfurosa brotando dos pés da estátua medieval do mesmo santo, onde se tomam banhos medicinais, num edifício invulgar e as Caldas de Carlão (*), estas já com instalações modernas de hidroterapia, são algumas das manifestações da geotermia da região. Tudo isso, mais a praia fluvial no Tinhela nas Caldas de Carlão, com arvoredo que lembra o Choupal em Coimbra (*), são para submergir. Bem perto, os algares no Rio Tinhela, também. As interessantes formas de erosão da rocha pela água no rio Tua também desaparecerão, mesmo que se construíssem mini-hídricas em vez da barragem de 130m de altura. As cascatas da Ribeira de S. Mamede, caindo por fim sobre o Tua, também serão submersas.<br />
<strong>História da linha do vale do rio Tua:</strong><br />
A linha do Tua, concluída em 1880, cuja construção na rocha escarpada deve ter equivalido em dificuldade à construção da Ponte 25 de Abril, é considerada por muitos o principal motivo porque a barragem não deve ser construída, porque será submersa ainda para montante da Brunheda (a nova bacia prevista é para ter uma extensão de 3822Km2). Seria um insulto aos que a construíram em condições inimagináveis e à nossa memória colectiva destruir esta relíquia de Arqueologia Industrial portuguesa, com as suas pontes de ferro e toda a parafernália de equipamentos ainda existentes, incluindo as estações e o comboio que funcionou.<br />
<strong>Antropologia</strong>:<br />
A agricultura de socalcos (oliveira, etc) que mesmo assim ainda é feita, chegando nalguns pontos quase até ao rio por caminhos estreitos em ziguezague, tem maior biodiversidade que nalgumas zonas da Ásia classificadas como Património da Humanidade. A água chegaria a menos de 10m da aldeia do Amieiro, descaracterizando por completo aquele lugar e inundando hortas ainda em actividade.    <br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="420" height="315" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/0XyoOcmEWX0?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/v/0XyoOcmEWX0?version=3&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object><br />
<strong>Turismo vale do rio Tua:</strong><br />
O turismo é um dos principais recursos económicos da região e uma saída para o desenvolvimento da região, imensos projectos turísticos em marcha seriam inviabilizados. Desde logo a constituição dum parque de natureza do Baixo-Tua, da Brunheda à Foz do Tua, e englobando o Baixo-Tinhela desde Martim, e a Ribeira de Barrabáz. Aqui poderiam ser realizadas actividades modernas de vária ordem, didácticas, escalada, cicloturismo, passeios pedestres, talassoterapia,&#8230;, incluindo os passeios fotográfico-científicos. O comboio a carvão poderia andar de novo na linha do vale do rio Tua, levando turistas em visitas guiadas aos muitos motivos de interesse. Os acessos à linha poderiam ser melhorados, infra-estruturas de apoio criadas, trilhos bem assinalados à maneira suíça; um potencial ainda largamente por explorar num país com forte aptidão turística. Já hoje se oferecem visitas guiadas, por antigas estradas romanas adjacentes. Em Foz Tua existem bons restaurantes, a Casa do Tua é um hotel de qualidade e há ofertas de turismo rural em locais próximos. A própria paisagem de S. João da Pesqueira a Pinhão, onde se atravessa o Douro e onde está prevista outra barragem, e daqui a Favaios, é incrivelmente tridimensional e bela, com as vinhas e os ciprestes a lembrarem a Toscânia, na Itália, onde se fazem workshops internacionais de Fotografia.    <br />
Os rios devem continuar a ser rios e as montanhas a ser montanhas. As barragens e as pedreiras nivelam o mundo, que fica assim mais desinteressante.<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="315" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/fJHRbSm-Lmg?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/v/fJHRbSm-Lmg?version=3&amp;hl=pt_BR" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object><br />
No Parque Nacional de Yosemite, California, USA, quando lá estive, e apesar da seca que decorria, estavam a planear desmontar uma barragem para recuperar a zona para ficar como o vale central que atraía nessa altura já 1 milhão de eco-turistas/ano (6 dólares por dia cada entrada). Portugal, em ideias, anda 50 anos atrasado.<br />
José Romão<br />
Licenciado em Biologia pela Universidade de Coimbra<br />
Mestre em Ciências Biológicas pela Wayne State University, Michigan, EUA<br />
Doutorado em Genética pela Purdue University, Indiana, EUA<br />
Fotógrafo de Natureza <a href="http://www.milcores.pt/">http://www.milcores.pt</a><br />
<strong>Alguns textos na internet sobre a importância do vale do rio Tua </strong><a href="http://ogalaico.blogspot.com/2011/03/paisagem-miguel-torga.html">http://ogalaico.blogspot.com/2011/03/paisagem-miguel-torga.html</a></p>
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