Visita ao Mosteiro da Batalha com o Professor Vítor Manuel Adrião – 19 de janeiro 2020

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Partida de Oeiras e Lisboa: 19 de Janeiro de 2020 (domingo)

Venha daí a um passeio filosófico, histórico, simbólico e religioso ao Mosteiro da Batalha (Património da Humanidade) com o professor Vítor Manuel Adrião, aproveitando também para conhecer o Castelo de Porto de Mós

  • Programa:07:30h – Saída de Oeiras (em frente ao Holmes Place, junto à entrada do Parque dos Poetas )
    08:00h – Saída de Lisboa – Sete Rios (junto à entrada do Jardim Zoológico)

    Mosteiro da Batalha – Viagem Guiada com carácter histórico, filosófico e simbólico, conduzida pelos professores Vitor Manuel Adrião e Carlos Castela

    Igreja da Exaltação da Santa Cruz – Matriz da Batalha – Análise do portal manuelino de Diogo Boitaca

    Porto de Mós – Visita Guiada ao Castelo

    ALMOÇO (incluído no preço) no Restaurante Pescatore – Mar à Serra – by chef Nuno Ribeiro: Couvert, Sopa, Arroz do Mar (recheado de Peixe e Marisco), Fritada de Porco com Gambas; Bebidas da Casa; Rapsódia de Sobremesas; Café.

    PREÇO POR PESSOA:
    -Adulto: 45,00€
    -Criança até 11 anos: 20€

    RESERVE JÁ!
    E-mail: reservas.portugalnotavel@gmail.com
    Telemóvel: 964414597 / 965556160
    ou via facebook, através de mensagem privada

    O PREÇO INCLUI:
    – Circuito em autocarro de turismo de acordo com o itinerário;
    – Visita acompanhada por guias culturais;
    – Seguro de acidentes pessoais em viagem;
    – Almoço em restaurante em Porto de Mós;
    – Entradas nos monumentos referidos no programa.

    Visita guiada ao Mosteiro de Santa Maria da Vitória na Batalha.

  • O Mosteiro da Batalha é um dos mais belos monumentos europeus nos estilos Gótico Flamejante e Manuelino. Iremos comentar os aspetos mais salientes de uma das mais belas obras da arquitetura portuguesa e europeia.
    Este excepcional conjunto arquitectónico resultou do cumprimento de uma promessa feita pelo rei D. João I, em agradecimento pela vitória em Aljubarrota, batalha travada em 14 de agosto de 1385, que lhe assegurou o trono e garantiu a independência de Portugal.
    As obras prolongaram-se por mais de 150 anos, através de várias fases de construção. Todo este tempo justifica a existência de soluções góticas e manuelinas e um breve apontamento renascentista (a magnífica janela renascentista das Capelas Imperfeitas). Resultando um vasto conjunto monástico que actualmente apresenta uma igreja, dois claustros com dependências anexas e dois Panteões Reais, a Capela do Fundador e as Capelas Imperfeitas. Todos os locais visitados por nós serão conduzidos pelo professor Vitor Manuel Adrião.
    Monumento Nacional, integra a Lista do Património da Humanidade definida pela UNESCO, desde 1983.Visita guiada ao portal manuelino da igreja matriz da Batalha, assinado por Diogo Boitaca. Será um momento em que poderemos conversar sobre este importante arquiteto manuelino e sobre a arte e simbolismo que está por trás deste nosso estilo artístico.

    Visita ao Castelo de Porto de Mós- Obra de características singulares, o Castelo de Porto de Mós, acumulou ao longo dos séculos influências militares, góticas e renascentistas assentes numa estrutura pentagonal.
    O papel do castelo de Porto de Mós foi importante durante o período da conquista cristã. Em 1148, D. Afonso Henriques, auxiliado por D. Fuas Roupinho, cavaleiro lendário, talvez um cavaleiro da Ordem dos Templários, primeiro almirante da esquadra portuguesa, cujos feitos andam envolvidos em lenda acaba por tomar a vila e vencer as tropas sarracenas.
    Neste contexto, o castelo é posteriormente entregue a D. Fuas Roupinho, que se viria a tornar no primeiro alcaide da vila de Porto de Mós.
    D. Dinis oferece Porto de Mós a sua esposa, Rainha D. Isabel.
    Em 1385, o castelo de Porto de Mós volta a desempenhar um papel decisivo naquele que viria a ser um marco na história de Portugal, a Batalha de Aljubarrota, ao albergar as tropas de D. João I e de D. Nuno Álvares Pereira nas noites anteriores à batalha, durante as quais foram planeadas as estratégias de guerra que viriam a dar a independência definitiva ao país.
    O Castelo de Porto de Mós está classificado, desde 1910, como Monumento Nacional.

    Portugal Notável (RNAAT 2160/2018)

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